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Apoio a Lula e carnaval

Acabou o apoio ao pai dos pobres. Meia dúzia de gatos pingados ainda se manifestam a seu favor, mas só.

Antonio

14 Fevereiro 2018 | 12h05

Com toda a gritaria da presidente do PT, de seu comparsa senador do Rio de Janeiro e mais meia dúzia de correligionários, o que se viu depois da condenação de Lula em Porto Alegre foram grupelhos, com não mais de 20 mil pessoas na contagem mais otimista, andando desanimados, repetindo as palavras de ordem de sempre, sem empenho, como que apenas cumprindo tabela para justificar o sanduíche de mortadela.

Em vez do levante das massas ensandecidas de ódio pela injustiça contra o pai dos pobres, as ruas receberam meia dúzia de gatos pingados, quase envergonhados de estarem ali.

Apoio mesmo, concreto, denso, Lula só recebeu de Fernando Henrique Cardoso, o comandante do funeral do PSDB, o único partido que não precisa de adversários, demole seus candidatos dentro de casa.

Além dele, Michel Temer disse meia dúzia de palavras protocolares e foi só.


Acabou o apoio ao pai dos pobres. Tirando os pobres que enriqueceram graças a ele e que, por gratidão, precisam dizer que ele é o máximo, os pobres que continuam pobres e sem emprego porque o poste número um, Dilma Rousseff, enterrou a economia, estes querem distância do Lula e do que ele representa.

É só comparar com o que se viu no fim de semana antes do carnaval. São Paulo colocou nas ruas mais de quatro milhões de pessoas e o Rio de Janeiro, mais de cinco milhões. Sem falar em Salvador e outras cidades que deram show, enchendo as ruas de gente no sábado e no domingo.

Qual a lição? Brasileiro não quer saber de política, nem das diversas quadrilhas que tomaram o país de assalto. Brasileiro quer samba, frevo, marchinha e muita cerveja gelada. Com um pouco de grana no bolso para pagar as contas e tudo ficar mais fácil.