Compra de presentes no comércio alternativo requer cautela

Neste período do ano multiplicam-se os bazares e outros comércios alternativos para compras de Natal

Economia & Negócios

07 Dezembro 2017 | 13h00

Os bazares beneficentes costumam ser boas opções para quem opta por um Natal de lembrancinhas. Nestes eventos é possível encontrar artesanatos e produtos mais baratos, personalizados e ainda contribuir para uma causa social.

Mas não descuide da qualidade dos produtos adquiridos, especialmente por que dificilmente você conseguirá fazer uma troca.

E lembre-se que comércio informal não garante os direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor, caso a relação comercial envolva pessoas físicas.

Por isto, tenha cautela ao optar por essa modalidade para adquirir os presentes. É importante pegar referência com quem já comprou e pesquisar nas redes sociais quanto a qualidade dos produtos. Compare preço e condições de pagamento para não se arrepender depois.


Cuidado com o comércio informal (camelôs), pois o barato pode sair caro. As mercadorias não têm nota fiscal e, por isso, não têm garantia. Pode ser falsificado e até vir a por sua saúde em risco.

Mesmo que encontre em um ambulante um produto com selo de qualidade do Inmetro, não compre. Alguns selos de segurança também são falsificados.

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