De olho no combustível

Economia & Negócios

26 Fevereiro 2018 | 12h32

É preciso cada vez mais atenção ao escolher o posto para abastecer porque se sofisticam as fraudes que pesam no bolso e danificam o motor do veículo.

O uso de chips para alterar o volume ao se abastecer nas bombas torna difícil detectar a irregularidade. Um indicador é se o carro estiver rodando menos com a quantidade de combustível comprada usualmente

Cuidado com postos com preço abaixo da média. A aparente economia poderá sair cara. Há casos de mistura de etanol à gasolina em porcentagem superior a permitida.

O etanol anidro misturado à gasolina deve estar entre 18% a 25%. Saiba que se suspeitar da qualidade da gasolina você pode pedir que o posto faça o teste da proveta para medir essa porcentagem.

No caso do etanol a adulteração comum é vender no lugar do hidratado uma mistura de etanol anidro com água.

As principais consequências dessas adulterações são resíduos em bicos injetores e válvulas e na câmara de combustão, com perda de potência do motor e aumento do consumo.

Não deixe de denunciar à Agência Nacional do Petróleo (ANP) se for lesado (fone 0800 970 0267). E vá atrás de seus direitos acionando o posto numa entidade de Defesa do consumidor ou Juizado Especial Cível.

É importante sempre pedir nota fiscal pois para reclamar seus direitos ou pedir a fiscalização do posto é preciso informar o CNPJ, a razão social; endereço e nome da distribuidora com a qual trabalha.

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