Rotativo do cartão nunca vale a pena

Dinheiro não dá em árvore, fazer dívidas é o caminho mais rápido para a ruína financeira

Economia & Negócios

15 Maio 2017 | 10h44

Os juros do rotativo do cartão de crédito caíram praticamente pela metade depois que entrou em vigor, em abril, a resolução do Banco Central que limita a 30 dias a permanência neste tipo de crédito. Boa notícia? Não, porque caíram de 456,6% para 233,9%.

Continua valendo a advertência de sempre: não parcele os pagamentos mensais pelo rotativo, mesmo que por um mês. Só compre parcelado se não houver juros. Não há como suportar as taxas do rotativo. E mesmo as demais opções de parcelamento tem taxas inviáveis.


Dinheiro não dá em árvore. Fazer dívidas é o caminho mais rápido para a ruína financeira. Não se iluda com quedas das taxas de juros, pois elas continuam na estratosfera. As dívidas têm de caber em nosso salário ou renda mensal. Fora disso, destruiremos nosso futuro e não conseguiremos nem mesmo dormir em paz. Fuja disso.

Cartão de crédito não é forma de financiamento, e sim um meio de pagamento mais seguro e confortável. Só vale a pena se você puder quitar o total da fatura.