Acordo de CSN com Caixa pode se estender até março

Acordo de CSN com Caixa pode se estender até março

Coluna do Broadcast

02 Fevereiro 2018 | 09h15

Depois de fechar acordo com o Banco do Brasil para alongar parte de sua dívida, a CSN passa por processo similar, que pode se estender até março, com a Caixa Econômica Federal. Para aceitarem o prolongamento, os bancos cobram mais garantias da companhia, mas o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch, segue duro na queda. Comenta-se que uma das exigências da Caixa é a venda da fatia da CSN na Usiminas, visto que as ações detidas na concorrente são listadas em bolsa e líquidas. No mês passado, a empresa chegou a sondar investidores para a venda de sua participação da Usiminas por meio de um “block trade” – venda de um lote de ações em leilão na Bolsa –, o que acabou não se materializando. Enquanto não conclui o acordo com a Caixa, a CSN avançou em outra frente: já contratou os bancos (Bank of America Merril Lynch, Morgan Stanley, Bradesco BBI e BB) para realizar uma emissão externa para buscar recursos para financiar a recompra de até US$ 750 milhões de seus bônus que vencem em 2019 e 2020. Procuradas, Caixa e CSN não comentaram.

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