Braskem, BRF e Grupo Ultra estudam captar ao prazo de 30 anos no exterior

Braskem, BRF e Grupo Ultra estudam captar ao prazo de 30 anos no exterior

Coluna do Broadcast

26 Dezembro 2017 | 05h00

Braskem, BRF e Grupo Ultra olham oportunidade de captar recursos, com emissão de bônus no mercado de dívida externa, ao prazo de 30 anos, onde o custo está “atraentemente” baixo. Como as taxas de juros nos países desenvolvidos estão próximas a zero ou em patamares negativos, investidores têm disputado papéis que são mais longos, mas que, por isso, oferecem melhor remuneração. Com o aumento da procura, no entanto, o custo para as empresas cai. As emissões para esse prazo normalmente ficam entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões.

Primeira
A Braskem deve tentar sair no primeiro trimestre, possivelmente na janela de janeiro, salvo algum imprevisto, como o rebaixamento do Brasil por alguma agência de classificação de risco. A BRF quer aguardar o balanço de 2017 para seguir ao exterior. Já o Grupo Ultra estuda internamente a questão e ainda não bateu o martelo.

De volta
A emissão mais recente da Braskem aconteceu em outubro, quando levantou US$ 500 milhões com bônus de 5 anos. Ultrapar e BRF captaram lá fora pela última vez em 2016, com bônus de 10 anos. Procuradas, Braskem, BRF e Ultra não comentaram.

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