CSN perde possível ‘mercado’ para venda de ações da Usiminas

CSN perde possível ‘mercado’ para venda de ações da Usiminas

Economia & Negócios

12 Abril 2018 | 04h00

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) perdeu um possível alvo para tentar realizar a venda de suas ações na concorrente Usiminas. O novíssimo acordo de acionistas da siderúrgica mineira impede que qualquer signatário do bloco de controle compre ações de fora do grupo, onde estão, por exemplo, as ações da CSN. Mesmo tendo que vender suas ações – que já foram dadas como garantias no alongamento do empréstimo com o Banco do Brasil e diante de uma determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) -, a CSN busca exercer seus direitos políticos da Usiminas, visto que possui nada menos do que 14,13% das ações ordinárias da empresa. Hoje, no entanto, o Cade vetou a participação da CSN na assembleia de acionistas da siderúrgica mineira.

Nada ainda. A CSN chegou a sondar o mercado, no início no ano, para vender suas ações preferenciais (sem direito a voto) em um leilão em bolsa, operação chamada de “block trade”. Mas a empresa desistiu e, até o momento, não voltou a sentir a temperatura do mercado para efetuar tal operação.

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