Lítio ganha holofotes e vira a noiva de investidores

Lítio ganha holofotes e vira a noiva de investidores

Coluna do Broadcast

13 Agosto 2017 | 05h00

Pouco observada até agora, ao menos no Brasil, a indústria de lítio deverá atrair investidores após a reforma do Código da Mineração, que acabou com algumas incertezas e desburocratizou investimentos. Mundialmente, o setor ganha os holofotes por conta de sua funcionalidade: é indispensável para o funcionamento de baterias de carros elétricos e de eletrônicos de alta tecnologia. No Brasil há três fabricantes relevantes, Falcon Metais, Sigma Mineração e CBL.

Escalada
Hoje, o País possui 0,4% das reservas de lítio do mundo. A estimativa é de que, em 2019, diante de potenciais descobertas, responda por 8%, tornando-se o 5º em reservas mundiais, segundo estimativas do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Atualmente, o Brasil produz 1% do mineral em uso no mundo, o que equivalente a 48 mil toneladas.

Potência
Tendo em vista a tendência mundial de redução de emissão de gases de efeito estufa, a demanda deve crescer. Aqui no Brasil, um mercado de grande potencial é o de ônibus elétricos. No mês passado, o primeiro ônibus desse tipo no País começou a circular em São Paulo.

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