Na contramão do setor, operadoras de saúde crescem beneficiários na crise

Na contramão do setor, operadoras de saúde crescem beneficiários na crise

Economia & Negócios

15 Abril 2018 | 04h00

Enquanto o setor de saúde suplementar amargou perda de 3 milhões de beneficiários durante a crise que o Brasil enfrentou nos últimos anos, a modalidade medicina de grupo, que compreende operadoras como Amil e NotreDame Intermédica, ampliou o seu quadro. Nos últimos anos, esse grupo, representado pela Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), teve a adição de 300 mil novos clientes.

Rigidez. A atração de beneficiários mesmo na crise resulta da estrutura verticalizada das operadoras que utilizam rede própria na maioria de suas empresas, como hospitais, clínicas e laboratórios. A justificativa é de melhor administração da saúde da população atendida e dos custos envolvidos, gerando mensalidades mais competitivas e com valores até 60% menores do que a média de mercado.

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