Furacões, Terremotos e Economia

Furacões, Terremotos e Economia

Canal Econoweek

06 Outubro 2017 | 07h02

Catástrofes naturais são devastadoras, mas os economistas estão falando que elas podem ser boas para a economia!

Recentemente, os Estados Unidos sofreu com furacões e o México foi destruído com terremotos. É triste porque isto causa muitas perdas, custa vidas e essa região todo ano tem esse tipo de problema. Você se lembra do furacão Katrina ou ainda, indo um pouco mais longe, dos tsunamis na Ásia?

Os efeitos desses desastres, além do emocional e afetivo, são os econômicos. As famílias diretamente envolvidas perdem casa, carro, pertences e, no mínimo, precisam dispender algum dinheiro economizado pra reconstruir parte do que foi danificado. É justamente por conta deste esforço extra de reconstrução que os economistas passaram a projetar maior crescimento do PIB para estas economias, como nós do Econoweek te explicamos neste vídeo. Confere aí:

Em termos macroeconômicos é evidente pensar que isso vai causar uma perda de atividade econômica e uma alta dos preços no curto prazo, mas concluímos que em seguida a atividade volta a crescer e pode elevar o PIB no ano.

O raciocínio é que a população precisa reconstruir tudo o que foi danificado e, com isto, a economia volta mais aquecida do que antes. O dinheiro gasto pra comprar material de construção ou um carro novo será a renda de outra família e assim a riqueza tende a ser maior que antes.

Obviamente ninguém deseja enfrentar um desastre natural de qualquer magnitude dado os custos financeiros e, principalmente, os intangíveis, como a dor da perda de vidas. Mas a economia não deixa de ser interessante nem nas horas mais difíceis.