O melhor super-herói para economia!

O melhor super-herói para economia!

Canal Econoweek

13 Outubro 2017 | 07h16

Na esteira dessa onda de filmes de super-heróis, nós do Econoweek resolvemos avaliar qual seria o melhor em termos econômicos. A definição é: “um super-herói é um personagem modelo fictício sem precedentes das proezas físicas dedicadas aos atos em prol do interesse público”. Habilidades físicas (e às vezes até psíquicas) eles têm, mas será que em termos econômicos haveria algum com maiores poderes de resolver as crises e promover desenvolvimento?

Vamos aos exemplos! O Batman é um milionário bem como o Iron Man. Ambos têm uma roupa especial que lhes permitem proteger a cidade ou planeta onde vivem das mazelas dos maus feitores. Mas o fato de eles terem muito dinheiro não significa que serão os melhores super-heróis para conduzir a economia.
Além das características do superpoder, para fazer um paralelo com a economia é preciso pensar sobre como o herói usa sua habilidade. Em geral, como dizem por aí, os super-heróis defendem fracos e oprimidos. Isso não é ruim, mas também não é bom e vamos explicar porque.

A situação básica dos filmes de heróis é: mm cara está lá num beco sem saída, sem defesa, com 10 mal encarados o cercando, e eis que surgem o Superman, o Batman ou o Homem Aranha, baixam o cacete na galera e livram a vítima do mal.

Isso é péssimo se pensarmos no médio e longo prazos. No curto prazo, eles resolvem o problema, mas o que vai acontecer a próxima vez que isso ocorrer? Provavelmente, esses super-heróis não estarão em todas as situações em todos os momentos.


Na economia, o raciocínio é parecido. As pessoas estão morrendo de fome, doentes e tudo mais. Se o governo vai e ajuda, a atitude não está errada, só que na próxima vez um outro Estado “protetor” vai ter de estar lá de novo.

Ficou curioso pra saber qual herói consegue reunir habilidades físicas e econômicas? Nesse vídeo, vamos ressaltar o verdadeiro herói econômico de todas as histórias. Confere aí…