PIB: Dinheiro traz felicidade?

Canal Econoweek

04 Outubro 2017 | 06h03

Muitas pessoas, para não dizer todas, vivem em busca da máxima felicidade. Mas saiba que não são só as pessoas não. A economia também é assim.

O problema é que aquela história de que dinheiro não traz felicidade muitas vezes não é válida na economia. Felicidade pode estar associada ao dinheiro. Não estamos dizendo que quem é pobre é triste, mas poderia ser mais feliz se tivesse mais dinheiro. Esse raciocínio merece explicação. É isso que o econoweek faz nesse vídeo.

Mas vamos por partes. Uma das primeiras lições da ciência econômica é que os recursos são limitados, escassos. A economia é o estudo da melhor alocação destes recursos para extrair a maior satisfação possível. Ok, mas como medir a satisfação?

É aí que a economia usa o Produto Interno Bruto (ou PIB) como uma alternativa à medida de satisfação. Se este é o melhor indicador, não sabemos. Mas há uma lógica por trás dele. As pessoas podem ser felizes ou não se comparadas às outras e isso é bem difícil de medir porque envolve muitas variáveis que podem tornar alguém mais ou menos satisfeito. No entanto, se comparadas a elas mesmas em outros momentos sabe-se que pessoas são mais felizes quando estão com mais dinheiro (pelo menos para uma parcela significativa da população).
Deste modo, o PIB – que é a soma da riqueza produzida por ano em uma economia, seja ela de um país ou uma região – tenta medir este aumento ou queda de satisfação ao longo do tempo. E isso foi explicado nesse vídeo aqui.

Logo, quanto maior a riqueza, mais bem estar e bens o país (e sua população) pode adquirir, o que pode tornar as pessoas mais felizes. Ou seja, quanto maior o PIB, maior o bem estar e maior a satisfação das pessoas. Assim, a economia busca, dentre outras coisas, melhor alocar os recursos para maximizar o PIB.