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Quem Faz

JOSÉ PAULO KUPFER é jornalista desde 1967. Foi repórter, editor, secretário de redação, editor-chefe e diretor de diversas publicações em São Paulo, Rio e Porto Alegre. Colunista do Estadão, escreve no Estadão Noite, edição para tablets, e é comentarista da TV Estadão. É também articulista do jornal O Globo. Começou na internet em 2003, com uma coluna e um blog no NoMinimo, levando o blog para o IG em 2007. Em 2009, transferiu o blog para o Estadão. Graduado em economia pela USP, Carioca radicado em São Paulo, continua torcedor do Fluminense. E-mail: jpkupfer@estadao.com.br
sexta-feira 21/11/14 13:16

Corrupção e PIB

Não há como escapar da constatação de que a imensa e espantosa crise que envolve a Petrobras terá repercussões de enorme amplitude no conjunto da economia brasileira. A estatal, que está no centro de uma densa cadeia de produção responsável por algo como 10% do PIB, contribui, sozinha, com mais 10% de todo o investimento

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sábado 15/11/14 12:16

Estagnação aparece no Caged

A economia está parada e se isso ainda não vinha aparecendo nos índices de desemprego, principalmente por razões demográficas, já era visível no Caged, que mostra, mensalmente, a criação de novas vagas de trabalho formal. O número de postos criados vem numa trajetória descendente desde o início de 2014, deu um suspiro no terceiro trimestre

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sexta-feira 14/11/14 13:54

Encruzilhada fiscal

Dada a insistência atribuída à obtenção de superávits fiscais primários como medida de boa condução da política econômica, pode causar surpresa a afirmação de que, dependendo do momento e das circunstâncias, nem sempre essa é uma verdade incontestável. Há ocasiões em que contrair dívidas, gastando mais do que se recebe, aparece como uma estratégia de

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sexta-feira 19/09/14 19:08

Baixo crescimento não explica tudo na Pnad

(Atualizado às 22hs) Este post é a reprodução de análise publicada no Estadão impresso desta sexta-feira. Foi escrito, portanto, antes da correção de dados da Pnad pelo IBGE. Há, na análise, tentativa de explicar a estagnação na redução da desigualdade. A verdade é que as diferenças, as altas e baixas entre 2012 e 2013, eram

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