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G8
Grupo formado por representantes das oito maiores economias do mundo. Eles se reúnem uma vez por ano para traçar a política econômica, monetária e financeira mundial. Seus membros: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia. Quando foi criado, o grupo não contava com a Rússia e, por isso, era denominado Grupo dos Sete ou G7.
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Ganho de capital
Lucro obtido em transações comerciais ou financeiras por meio da diferença entre o preço de compra de determinado bem ou ativo (como ações) e o preço de venda.
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Gestão ativa
Tipo de administração dos recursos dos fundos de investimento que tem como objetivo superar o rendimento do índice de referência (benchmark). Desta forma, o conjunto de ativos que o fundo investe não é necessariamente igual à composição do índice de referência. Veja também Benchmark.
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Gestão passiva
Tipo de administração dos recursos dos fundos de investimento que tem como objetivo atingir a mesma rentabilidade de seu índice de referência (benchmark). Desta forma, a carteira de investimento deverá ser igual à composição do índice de referência. Veja também Benchmark.
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Global 40
Título da dívida externa brasileira mais negociado no mercado internacional, com vencimento em 2040.
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Globalização
É um termo de ampla abrangência, muito usado na imprensa. Refere-se ao processo de internacionalização das economias, com crescente integração e interdependência entre os mercados. Até os anos 1980, muitas empresas vinham expandindo suas atividades pelo mundo, seja pela exportação de produtos e importação de fatores seja pela instalação de subsidiárias fora do país de origem. Este quadro evoluiu a partir dos anos 1990, com a quebra de fronteiras propiciada pelo desenvolvimento das comunicações e da tecnologia de informação, e também por mudanças institucionais como a abertura comercial e a desregulamentação de diversas economias. Esse conjunto de condições não só favorece o comércio e as transferências de capital para investimento entre países, mas também vem permitindo às empresas posicionar suas estratégias considerando o mundo como um mercado integrado, de dimensões globais.
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Governança corporativa
Conjunto de regras e práticas que tem objetivo de garantir tratamento igualitário entre os acionistas e transparência e responsabilidade na divulgação dos resultados das companhias. No Brasil, a Bovespa possui quatro listas de empresas que atendem a diferentes regras de governança: Novo Mercado, Nível 2, Nível 1 e Bovespa Mais.
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Grau de investimento (Investment Grade)
Nota de avaliação de risco dada pelas agências especializadas (conhecidas como agências de rating) para empresas ou países considerados investimentos de baixo risco. Um país classificado como investment grade é considerado um investimento saudável, com capacidade de honrar seus débitos. A classificação contrária, com alto risco de crédito, é chamada de Grau Especulativo (Non-Investment Grade).
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Grupamento
Operação em que uma empresa reduz o número de ações em mercado ao juntar os papéis em circulação. O capital social da empresa não é afetado. A empresa pode juntar três, quatro ou mais ações em uma, que passa a ter preço superior ao das ações agrupadas. Por exemplo, se a empresa negociava quatro ações a R$ 25 e resolveu juntá-las em uma, essa passa a valer R$ 100. Ver Desdobramento.
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Guerra Fiscal
Termo que se popularizou nos anos 1990 designando as disputas travadas entre governos, nos níveis estadual e municipal, pelos investimentos de grandes empresas. O Brasil tem passado por um processo de industrialização fora dos centros tradicionais. Muitas empresas buscam mão-de-obra mais barata e menos sindicalizada, custos mais baixos e um ambiente menos tumultuado do que o das principais metrópoles. Percebendo essa tendência, Estados e municípios passaram a oferecer generosos pacotes de incentivos, incluindo isenções de impostos, doação de terrenos, empréstimos e subsídios. A reação de governos de regiões concorrentes por esses investimentos tem sido de aumentar as ofertas dadas às empresas, como num leilão. A lógica por trás da guerra fiscal está nas perspectivas de desenvolvimento econômico que a instalação de uma grande empresa propicia, trazendo empregos, melhores salários e ampliando a base para a arrecadação de impostos. Uma fábrica de automóveis, por exemplo, traz, além dos investimentos diretos da empresa, uma série de empresas associadas, fornecedoras de autopeças e serviços. Assim, o impacto na economia local é muito grande. Mas o erro de muitos governos locais foi o de conceder benefícios demais, que demorarão muito para ser compensados pelo efeito da instalação das empresas. Isso sem contar as conseqüências nas contas públicas, já que o compromisso dos governantes normalmente envolve muitos gastos imediatos, como a construção da infra-estrutura necessária, concessão de créditos e desapropriação de terrenos. O Estado de São Paulo, o mais afetado pela saída de empresas ou pelo não-ingresso de novas empresas devido à concessão de vantagens por outros Estados, tem reagido à guerra fiscal. Nos últimos anos, o Estado tem usado sobretaxas de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) dentro de suas fronteiras para cancelar os benefícios especiais de que essas gozam em outras unidades da Federação e também tem contestado judicialmente os pacotes caso a caso. O problema tende a se estender na Justiça caso o governo federal não consiga aprovar uma legislação tributária menos conflitante.


