Boeing disputa mercado de US$ 100 bilhões no País
SÃO PAULO - O avião usado pela presidente Dilma Rousseff é um Airbus-A19 francês - o próximo, todavia, tem boas possibilidades de sair do complexo da Boeing, no Estado americano de Washington. Em maio, o Comando da Aeronáutica enviou à Boeing e à Airbus um pedido formal de oferta de dois aviões, para reabastecimento em voo e de longo alcance.
A resposta deve chegar, no máximo, em 90 dias. O plano da Força Aérea prevê que os jatos analisados - o Boeing 767 e o A-330 - possam ser convertidos para o transporte de passageiros e carga. Um deles teria espaço preparado para receber uma seção executiva de uso da Presidência em viagens longas. A seleção pode considerar jatos usados, que seriam submetidos a um procedimento de modernização e revitalização.
É um negócio prestigioso - todavia, não ocupa espaço na agenda da presidente da Boeing do Brasil, Donna Hrinak. Discreta, prefere evitar o assunto. Ex-embaixadora no País entre 2002 e 2004, e ex-vice-secretária de Estado para o México e o Caribe, está agora empenhada em firmar parcerias que consolidem a presença da empresa no mercado. Donna identifica no Brasil a oportunidade de vendas "para mais de mil aeronaves, ou seja, 40% da demanda de toda a América Latina até 2032 - veja bem: estamos falando de US$ 100 bilhões a serem contratados". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Siga o @EstadaoEconomia no Twitter
- 03:44 Alemanha confirma PIB do 1º trimestre
- 01:01 Aliança do Pacífico reduz tarifas ...
- 21:49 Procon-SP aponta alta 0,09% na cesta ...
- 21:45 Empresários pedem maior ...
- 20:52 Doméstica que praticou crime não ...
- 20:25 Dados geológicos jogam novo ânimo ...
- 20:25 Movimento de carga no Porto de Santos ...
- 19:57 Desembolsos do BNDES crescem 50% em maio
- 19:50 Comprovado petróleo de qualidade em ...
- 19:48 Petrobrás encontra petróleo de boa ...









