Brasil determina que Shell e Basf paguem US$ 382 mi em indenização
Empresas terão de indenizar ex-funcionários que alegam ter problemas de saúde após trabalharem em fábrica de pesticidas em Paulínia (SP)
FRANKFURT - A fabricante alemã de produtos químicos Basf e a petrolífera Shell terão que pagar US$ 382 milhões em indenizações a ex-funcionários que alegaram ter problemas de saúde por terem trabalhado em uma fábrica de pesticidas, decidiu um tribunal brasileiro.
A Basf informou nesta terça-feira que vai recorrer da decisão e que continua a negociar com os ex-funcionários e com a Shell para chegar a um acordo extrajudicial.
"A Shell não concorda com a decisão, mas vai acatá-la até as instâncias superiores deliberarem sobre a apelação", declarou uma porta-voz da petrolífera.
Em seu relatório anual, a Basf afirmara que a Shell operava a fábrica em Paulínia (SP) até 1995, quando a vendeu para a American Cyanamid. A Basf, que comprou a usina em 2000, acusa a Shell de ter contaminado a unidade.
A Basf entrou com uma ação para que a Shell assuma a responsabilidade do ocorrido.
A decisão faz parte do mesmo processo que, em agosto de 2000, determinou que Basf e Shell pagassem 490 milhões de euros (US$ 616 milhões) em indenizações, contra o que a fabricante alemã vem apelando.
A mais recente decisão determinou que US$ 382 milhões fossem destinados a um fundo de indenização de trabalhadores.
(Por Frank Siebelt)
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