Após três altas seguidas, dólar cai 0,85%, a R$ 1,874
A favor do real, pesaram declarações do executivo da gestora de fundos de bônus Pimco que incluiu o Brasil entre os bônus mais atraentes do mundo
08 de fevereiro de 2010 | 16h 57
Taís Fuoco, da Agência Estado
O dSÃO PAULO - ólar interrompeu hoje uma sequência de três altas seguidas, e fechou o dia em queda de 0,85%, cotado a R$ R$ 1,874 no mercado interbancário de câmbio. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista encerrou a sessão em baixa de 0,91%, a R$ 1,8736.
No segmento de câmbio turismo, o dólar subiu 0,35% hoje, cotado em média a R$ 1,98 na ponta de venda e a R$ 1,837 para compra. Já o euro turismo recuou 1,10% e fechou a R$ 2,70 (venda) e R$ 2,55 (compra). O euro comercial recuou 0,43%, para R$ 2,562.
Hoje, os investidores começaram a digerir as preocupações com os déficits fiscais nos países do sul da Europa. Além disso, pesaram a favor do real brasileiro as declarações, favoráveis aos países emergentes, de Mohamed A. El-Erian, executivo-chefe global e codiretor de investimento da gestora de fundos de bônus Pacific Investment Management Co. (Pimco).
Segundo ele, os bônus das economias emergentes, como o Brasil, e do governo da Alemanha são os títulos de dívida soberana mais atraentes do mundo. El-Erian disse que a instituição favorece dívidas de prazo mais curto, em particular de países como Brasil, México e Coreia do Sul.
Ao mesmo tempo, a alta das commodities (matérias-primas) contribuiu para espantar parte da aversão ao risco, fazendo os investidores voltarem os olhos para a economia brasileira. Na pesquisa Focus divulgada hoje, no entanto, o mercado elevou pela segunda semana seguida a estimativa para o patamar da taxa de câmbio no fim de 2010. De acordo com a pesquisa, a mediana das previsões para a cotação da moeda norte-americana ao fim de dezembro avançou de R$ 1,76 para R$ 1,80.
No segmento de câmbio turismo, o dólar subiu 0,35% hoje, cotado em média a R$ 1,98 na ponta de venda e a R$ 1,837 para compra. Já o euro turismo recuou 1,10% e fechou a R$ 2,70 (venda) e R$ 2,55 (compra). O euro comercial recuou 0,43%, para R$ 2,562.
Hoje, os investidores começaram a digerir as preocupações com os déficits fiscais nos países do sul da Europa. Além disso, pesaram a favor do real brasileiro as declarações, favoráveis aos países emergentes, de Mohamed A. El-Erian, executivo-chefe global e codiretor de investimento da gestora de fundos de bônus Pacific Investment Management Co. (Pimco).
Segundo ele, os bônus das economias emergentes, como o Brasil, e do governo da Alemanha são os títulos de dívida soberana mais atraentes do mundo. El-Erian disse que a instituição favorece dívidas de prazo mais curto, em particular de países como Brasil, México e Coreia do Sul.
Ao mesmo tempo, a alta das commodities (matérias-primas) contribuiu para espantar parte da aversão ao risco, fazendo os investidores voltarem os olhos para a economia brasileira. Na pesquisa Focus divulgada hoje, no entanto, o mercado elevou pela segunda semana seguida a estimativa para o patamar da taxa de câmbio no fim de 2010. De acordo com a pesquisa, a mediana das previsões para a cotação da moeda norte-americana ao fim de dezembro avançou de R$ 1,76 para R$ 1,80.
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