Dólar cai ante euro e iene com cautela antes do payroll
Dados negativos encorajariam o Fed a manter as taxas de juros nas mínimas
02 de setembro de 2010 | 18h 46
Álvaro Campos, da Agência Estado
O dNOVA YORK - ólar teve uma leve queda hoje em relação ao euro e ao iene, com os investidores relutantes em assumir novas posições antes da divulgação dos dados do nível de emprego nos EUA (payroll), amanhã. Os indicadores mensais do nível de emprego têm um impacto forte sobre o dólar. Uma situação ruim no mercado de trabalho dos EUA é vista como um sinal de que a recuperação econômica do país permanece frágil. Isso encorajaria o Federal Reserve a manter as taxas básicas de juros nas mínimas recordes para estimular a economia.
Mas os dados do payroll têm sido uma faca de dois gumes para o dólar, quer eles sejam vistos como positivos ou negativos. Em alguns meses a moeda norte-americana sobe, já que é considerada um "porto seguro"; em outros meses, a perspectiva de taxas de juros baixas torna outras moedas de maior retorno mais atraentes. "Existe uma grande incerteza, e o mercado está agindo de uma maneira muito experimental antes dos dados do payroll", disse Jack Spitz, diretor de câmbio, mercados financeiros e derivativos do National Bank.
No começo da sessão, o euro teve suporte com o leilão de títulos do governo da Espanha, que foi visto como mais um sinal de que os receios sobre as dívidas soberanas da zona do euro já desapareceram. Além disso, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, afirmou que a instituição vai estender suas ferramentas de refinanciamento para bancos com alocação do total da demanda, citando contínuas incertezas na economia. O BCE também manteve a taxa básica de juros inalterada. "No geral, a atual postura monetária permanece acomodatícia", afirmou Trichet.
Mais tarde, o indicador de vendas pendentes de imóveis residenciais usados nos EUA não conseguiu impulsionar muito os ativos de maior retorno, e isso fez com que o euro devolvesse boa parte dos ganhos em relação ao dólar registrados no começo da sessão. A libra esteve entre as moedas com maior oscilação, caindo em relação ao dólar e ao euro depois do anúncio de que os preços dos imóveis residenciais no Reino Unido caíram 0,9% em agosto.
No fim da tarde em Nova York, o euro estava cotado a US$ 1,2821, de US$ 1,2800 no fim da tarde de ontem. O iene estava a 84,21 por dólar, de 84,47 por dólar ontem, enquanto o euro estava a ¥ 107,96, de ¥ 108,11. A libra estava a US$ 1,5388, de US$ 1,5445. O franco suíço estava a 1,0128 por dólar, de 1,0158 por dólar ontem. O índice ICE Dollar, que monitora a cotação da moeda norte-americana ante uma cesta de moedas, estava em 82,451 pontos, de 83,510 pontos ontem.
A coroa da Suécia atingiu o nível mais alto em mais de dois anos em relação ao euro, depois de o banco central do país elevar a taxa básica de juros pela segunda vez seguida. No fim da tarde, o euro estava cotado a 9,3010 coroas, de 9,3363 coroas ontem. Durante o dia, o euro atingiu a mínima de 9,2986 coroas. As informações são da Dow Jones.
Mas os dados do payroll têm sido uma faca de dois gumes para o dólar, quer eles sejam vistos como positivos ou negativos. Em alguns meses a moeda norte-americana sobe, já que é considerada um "porto seguro"; em outros meses, a perspectiva de taxas de juros baixas torna outras moedas de maior retorno mais atraentes. "Existe uma grande incerteza, e o mercado está agindo de uma maneira muito experimental antes dos dados do payroll", disse Jack Spitz, diretor de câmbio, mercados financeiros e derivativos do National Bank.
No começo da sessão, o euro teve suporte com o leilão de títulos do governo da Espanha, que foi visto como mais um sinal de que os receios sobre as dívidas soberanas da zona do euro já desapareceram. Além disso, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, afirmou que a instituição vai estender suas ferramentas de refinanciamento para bancos com alocação do total da demanda, citando contínuas incertezas na economia. O BCE também manteve a taxa básica de juros inalterada. "No geral, a atual postura monetária permanece acomodatícia", afirmou Trichet.
Mais tarde, o indicador de vendas pendentes de imóveis residenciais usados nos EUA não conseguiu impulsionar muito os ativos de maior retorno, e isso fez com que o euro devolvesse boa parte dos ganhos em relação ao dólar registrados no começo da sessão. A libra esteve entre as moedas com maior oscilação, caindo em relação ao dólar e ao euro depois do anúncio de que os preços dos imóveis residenciais no Reino Unido caíram 0,9% em agosto.
No fim da tarde em Nova York, o euro estava cotado a US$ 1,2821, de US$ 1,2800 no fim da tarde de ontem. O iene estava a 84,21 por dólar, de 84,47 por dólar ontem, enquanto o euro estava a ¥ 107,96, de ¥ 108,11. A libra estava a US$ 1,5388, de US$ 1,5445. O franco suíço estava a 1,0128 por dólar, de 1,0158 por dólar ontem. O índice ICE Dollar, que monitora a cotação da moeda norte-americana ante uma cesta de moedas, estava em 82,451 pontos, de 83,510 pontos ontem.
A coroa da Suécia atingiu o nível mais alto em mais de dois anos em relação ao euro, depois de o banco central do país elevar a taxa básica de juros pela segunda vez seguida. No fim da tarde, o euro estava cotado a 9,3010 coroas, de 9,3363 coroas ontem. Durante o dia, o euro atingiu a mínima de 9,2986 coroas. As informações são da Dow Jones.
Siga o @estadao no Twitter
- 13:05 Aéreas buscam acordo junto à ONU para ...
- 11:59 Parlamento grego vota 'cruciais' e ...
- 09:52 Bancos só veem queda do calote no 2º semestre
- 09:35 ?Gatos? causam prejuízo de R$ 7 bi ...
- 09:21 Indústria e varejo brigam pelo lucro ...
- 09:10 Ponte aérea é mais cara que ...
- 08:57 Gabrielli: combustível tem de subir 'em ...
- 21:57 Bancos só veem queda do calote no 2º semestre
- 21:49 ‘No modelo do pré-sal, a Petrobrás ...
- 21:43 O desempenho brasileiro em Cannes








