Dólar cai pela terceira sessão consecutiva
Moeda norte-americana é contaminada por melhora da expectativa da economia brasileira
17 de agosto de 2012 | 17h 50
Cristina Canas, da Agência Estado
O dSÃO PAULO - ólar sustentou queda ante o real pela terceira sessão consecutiva na contramão do comportamento externo, onde a moeda teve alta ante o euro e as principais moedas atreladas às commodities. Com isso, a cotação do mercado à vista de balcão fechou a semana a R$ 2,015, com perda de 0,20% nesta sexta-feira.
A cotação oficial do Banco Centra, Ptax, encerrou o pregão desta sexta-feira a R$ 2,0182, com recuo de 0,16%. No acumulado da semana, a moeda norte-americana ficou perto do zero a zero, registrando pequena perda de 0,05% no mercado à vista de balcão. Essa estabilidade foi resultado de volatilidade menor no dia a dia e baixos volumes de negócios.
Segundo operadores, a relativa apatia dos investidores nos últimos pregões deve-se a dois fatores. O primeiro é a convicção de que o Banco Central e o governo seguem atentos ao câmbio e dispostos a intervir, se considerarem necessário para manter os atuais níveis de cotação, tidos como confortáveis para a atividade e para a inflação. Além disso, pesa a baixa liquidez decorrente do período de férias
no hemisfério norte e dos efeitos das greve do funcionalismo nas operações de comércio exterior.
Ainda assim, os operadores dizem que o mercado de câmbio, nos três últimos pregões, e em especial nesta sexta-feira foi contaminado pela recente melhora nas expectativas com relação ao cenário doméstico. O movimento começou na quarta-feira com o anúncio do pacote de concessões e cresceu, desde então, com indicadores macroeconômicos positivos, a flexibilização no endividamento dos Estados e
declarações da presidente Dilma Rousseff, do ministro Guido Mantega, do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e diretor de assuntos internacionais e de gestão de riscos corporativos do BC, Luiz Awazu.
A cotação oficial do Banco Centra, Ptax, encerrou o pregão desta sexta-feira a R$ 2,0182, com recuo de 0,16%. No acumulado da semana, a moeda norte-americana ficou perto do zero a zero, registrando pequena perda de 0,05% no mercado à vista de balcão. Essa estabilidade foi resultado de volatilidade menor no dia a dia e baixos volumes de negócios.
Segundo operadores, a relativa apatia dos investidores nos últimos pregões deve-se a dois fatores. O primeiro é a convicção de que o Banco Central e o governo seguem atentos ao câmbio e dispostos a intervir, se considerarem necessário para manter os atuais níveis de cotação, tidos como confortáveis para a atividade e para a inflação. Além disso, pesa a baixa liquidez decorrente do período de férias
no hemisfério norte e dos efeitos das greve do funcionalismo nas operações de comércio exterior.
Ainda assim, os operadores dizem que o mercado de câmbio, nos três últimos pregões, e em especial nesta sexta-feira foi contaminado pela recente melhora nas expectativas com relação ao cenário doméstico. O movimento começou na quarta-feira com o anúncio do pacote de concessões e cresceu, desde então, com indicadores macroeconômicos positivos, a flexibilização no endividamento dos Estados e
declarações da presidente Dilma Rousseff, do ministro Guido Mantega, do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e diretor de assuntos internacionais e de gestão de riscos corporativos do BC, Luiz Awazu.
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