Emissões de Brasil, América Latina e Emergentes são recordes
Emissores emergentes captaram US$ 40 bilhões em setembro, com colocações feitas por empresas e governos, volume que supera o recorde anterior de US$ 39 bilhões de julho
01 de outubro de 2010 | 15h 43
Cynthia Decloedt, da Agência Estado
O tSÃO PAULO - otal de captações feitas por emissores brasileiros, latino-americanos e emergentes foi recorde em setembro e, no acumulado do ano, já bateu os níveis históricos para todo 2009, segundo números levantados pelo Deutsche Bank junto a fontes do mercado. O Brasil respondeu por mais de 60% das captações latino-americanas e por um quarto das realizadas por emissores de países emergentes.
Os emissores emergentes captaram US$ 40 bilhões em setembro, com colocações feitas por empresas e governos, volume que supera o recorde anterior de US$ 39 bilhões de julho desse ano. No acumulado do ano, ou seja, entre janeiro e setembro, o total das captações de emissores emergentes, já está em US$ 212 bilhões, acima do recorde para todo o ano de 2009, de US$ 211 bilhões.
Entre emissores latino-americanos, as captações soberanas e corporativas somaram US$ 15 bilhões em setembro, também superando o recorde de julho desse ano de US$ 14 bilhões. O Brasil respondeu pela maior parte das captações, que chegaram a US$ 10,43 bilhões, acima do nível histórico anterior de captações de outubro de 2009, quando o total das captações foi de US$ 8 bilhões.
Entre janeiro e setembro, os emissores latino-americanos captaram US$ 72 bilhões, valor superior ao recorde de 2009, a US$ 62 bilhões. O Brasil participou com um pouco mais de 40% desse total, colocando no exterior entre captações soberanas e corporativas US$ 31 bilhões de janeiro a setembro, acima do recorde de captações em todo o ano de 2009, de US$ 21,5 bilhões.
As companhias do setor privado brasileiro captaram US$ 8,860 bilhões em recursos no exterior em setembro. Em agosto, apenas o Bradesco foi ao mercado externo com uma operação de US$ 1,1 bilhão. Em julho, as empresas privadas captaram US$ 4,36 bilhões por meio da emissão de bônus.
O número de operações sobe para US$ 9,410 bilhões em setembro, quando incluída a operação da República do Brasil de US$ 550 milhões, a partir da reabertura dos bônus soberanos com vencimento em 2041; e para US$ 10,431 bilhões se for contabilizada a captação de 750 milhões de euros (US$ 1,021 bilhão) do BNDES.
Os emissores emergentes captaram US$ 40 bilhões em setembro, com colocações feitas por empresas e governos, volume que supera o recorde anterior de US$ 39 bilhões de julho desse ano. No acumulado do ano, ou seja, entre janeiro e setembro, o total das captações de emissores emergentes, já está em US$ 212 bilhões, acima do recorde para todo o ano de 2009, de US$ 211 bilhões.
Entre emissores latino-americanos, as captações soberanas e corporativas somaram US$ 15 bilhões em setembro, também superando o recorde de julho desse ano de US$ 14 bilhões. O Brasil respondeu pela maior parte das captações, que chegaram a US$ 10,43 bilhões, acima do nível histórico anterior de captações de outubro de 2009, quando o total das captações foi de US$ 8 bilhões.
Entre janeiro e setembro, os emissores latino-americanos captaram US$ 72 bilhões, valor superior ao recorde de 2009, a US$ 62 bilhões. O Brasil participou com um pouco mais de 40% desse total, colocando no exterior entre captações soberanas e corporativas US$ 31 bilhões de janeiro a setembro, acima do recorde de captações em todo o ano de 2009, de US$ 21,5 bilhões.
As companhias do setor privado brasileiro captaram US$ 8,860 bilhões em recursos no exterior em setembro. Em agosto, apenas o Bradesco foi ao mercado externo com uma operação de US$ 1,1 bilhão. Em julho, as empresas privadas captaram US$ 4,36 bilhões por meio da emissão de bônus.
O número de operações sobe para US$ 9,410 bilhões em setembro, quando incluída a operação da República do Brasil de US$ 550 milhões, a partir da reabertura dos bônus soberanos com vencimento em 2041; e para US$ 10,431 bilhões se for contabilizada a captação de 750 milhões de euros (US$ 1,021 bilhão) do BNDES.
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