12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Você está em Economia
Início do conteúdo

Dilma cobra Mantega por declaração, dizem fontes

Ministro afirmou que a economia brasileira cresce com as pernas 'mancas' devido à crise internacional e ao escasso financiamento ao consumo

12 de dezembro de 2013 | 18h 16
Marcelo de Moraes - O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - A declaração do ministro da Fazenda, Guido Mantega, dizendo que a economia brasileira cresce com as pernas "mancas" provocou desconforto dentro do governo. Durante vários eventos de recepção ao presidente da França, François Hollande, ministros criticaram entre si a fala do ministro, dizendo que ela não ajudava em nada num momento em que o governo luta para passar credibilidade e confiança na e

Dilma durante cerimônia de recepção de Hollande, no Palácio do Planalto - Reuters
Reuters
Dilma durante cerimônia de recepção de Hollande, no Palácio do Planalto
conomia.

Segundo fontes do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff ligou na manhã desta quinta-feira, 12, para Mantega para reclamar da comparação. Por meio de sua assessoria de imprensa, o ministro, porém, negou que tivesse sofrido qualquer cobrança da presidente sobre o assunto.

Um ministro próximo de Dilma não escondia a insatisfação com a comparação feita por Mantega. A imagem das "pernas mancas" foi utilizada para explicar que o Brasil está precisando enfrentar, de um lado, o escasso financiamento ao consumo, e de outro a crise internacional. "A gente fica fazendo força para remar para um lado e ele vem e fala isso?", lamentou.

Na prática, o governo tem insistido, por orientação da própria Dilma, em reforçar a imagem de preocupação fiscal e aumento de credibilidade nas suas ações. A ideia é que isso amplie a confiança dos investidores e do mercado no País, prejudicada por previsões que não se concretizam na economia, além de manobras contábeis. Um dos movimentos mais visíveis foi o pacto antigasto firmado diretamente por Dilma com sua base aliada no Congresso para evitar a aprovação de projetos que aumentassem despesas do governo. O compromisso seria uma maneira de tranquilizar o mercado, mas depende muito mais de os partidos aliados apoiarem a ideia do que de um esforço do Palácio do Planalto.



Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui


Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo