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Dilma rechaça possibilidade de indexar combustíveis

18 de dezembro de 2013 | 13h 02
TÂNIA MONTEIRO, RAFAEL MORAES MOURA E VERA ROSA - Agencia Estado

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff rechaçou a possibilidade de indexação da economia a qualquer índice, inclusive em relação ao preço dos combustíveis ao câmbio, como chegou a ser sugerido pela Petrobras, em café da manhã com jornalistas, nesta quarta-feira, 18. "Indexar a economia brasileira ao câmbio ou a qualquer outra variável é uma temeridade", avisou a presidente, ao declarar que não responderia sobre reajuste de preço de combustíveis porque esta pergunta deveria ser dirigida à Petrobras. Para Dilma, "a indexação talvez seja a memória mais forte do processo inflacionário crônico que nós vivemos ao longo dos anos 80-90. Indexação é algo extremamente perigoso".

Dilma ironizou a proposta do PSDB de "reestatizar a Petrobras". "Desculpa gente, Isso não é sério. Falando em estatizar Petrobras? É Petrobrax? Novamente?", disse com riso nos lábios. Lembrada das críticas à interferência política do governo que ocorre na Petrobras, a presidente desabafou: "nós somos controladores da Petrobras. Governo é o controlador. Façam o que fizerem, nós estamos no conselho de administração. Não tem outro jeito. Nós somos controladores e essa é a interferência que o governo faz, prevista na lei das SA", acrescentou.

A presidente Dilma fez questão de se posicionar, no entanto, contra qualquer tipo de indexação da economia, inclusive a de preços da gasolina, em relação o câmbio. "Eu quero falar para vocês que, de fato, eu sou contra a indexação. A economia brasileira tem vários problemas. Vários deles nós superamos. Nos superamos problemas herdados do passado. Um deles era inflação descontrolada, nos superamos; robustez fiscal, nós superamos; ter capacidade de resistir à variações cambiais internacionais, nós conseguimos fazer. Mas tem uma que nós sempre temos de olhar, que é a indexação. A indexação talvez seja a memória mais forte do processo inflacionário crônico que nos vivemos ao longo dos anos 80-90. Indexação é algo extremamente perigoso. Indexar a economia brasileira ao câmbio ou a qualquer outra variável é uma temeridade", completou.



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