12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Você está em Economia
Início do conteúdo

Empresário assassinado gostava de fotografia e vinhos

Marcos Kitano Matsunaga, neto do fundador da Yoki, era considerado um homem discreto, que frequentava a Catedral Anglicana de São Paulo e gostava de fotografar

06 de junho de 2012 | 16h 16
Leticia Bragaglia e Lilian Cunha, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O empresário Marcos Kitano Matsunaga, de 42 anos, era diretor executivo da Yoki, uma das principais companhias do ramo de alimentos do País. Neto de Yoshizo Kitano, fundador da Yoki, Matsunaga estudou no Colégio Santa Cruz e formou-se na Fundação Getúlio Vargas. Antes de trabalhar na empresa da família, foi funcionário do Grupo Wal Mart.

O empresário era também fotógrafo amador e um grande conhecedor de vinhos. Segundo os vizinhos do prédio onde ele morava, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, era uma pessoa discreta e simpática. Costumava frequentar a Catedral Anglicana de São Paulo, na Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo, ao lado da segunda mulher, Elize Kitano Matsunaga, com quem tinha uma filha de cerca de um ano. Matsunaga tinha outra filha, de três anos, do casamento anterior.

Recentemente a Yoki esteve envolvida em um conturbado processo de venda que terminou com sua aquisição, por R$ 1,95 bilhão, pelo grupo americano General Mills, um dos maiores conglomerados de produtos de gêneros alimentícios do mundo, em um negócio concluído na semana passada. A compra foi finalizada enquanto o diretor executivo estava desaparecido. Do total da operação, ao menos R$ 200 milhões foram para pagar dívidas.

Empresa familiar, a Yoki estava à venda desde o ano passado por causa da dificuldade do grupo em encontrar sucessores. As duas herdeiras da companhia, Misako Matsunaga e Yeda Kitano Cherubini, não tinham interesse na administração.

Yeda é casada com o vice-presidente da companhia, Gabriel Cherubini. Masako, mãe do empresário morto, é mulher de Mitsuo Matsunaga, diretor-presidente e principal executivo da Yoki.

Fontes do mercado afirmaram ao Estado na semana passada que os desentendimentos entre os Matsunagas e os Cherubinis sobre questões administrativas da Yoki eram comuns.

A empresa tem fábricas em seis Estados, produz 610 itens e emprega cerca de 5 mil funcionários. Yoshizo Kitano, um imigrante japonês, fundou a Kitano em 1960 e a vendeu em 1989, abrindo a Yoki (que tem as iniciais de seu nome). Faturou R$ 1,1 bilhão no ano passado.





Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui


Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo