Geração de emprego formal no País cai 23,6% em 2011, para 1,9 milhão
Meta de criação de 2,3 milhões de novas vagas, revisada diversas vezes ao longo do ano passado, também inclui dados do setor público, que ainda serão conhecidos
Texto atualizado às 16h18
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BRASÍLIA - O Ministério do Trabalho informou nesta terça-feira, 24, que o saldo líquido de empregos com carteira assinada no País caiu 408.172 em dezembro do ano passado. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no acumulado de 2011, o saldo foi de criação de 1.944.560 vagas formais, um recuo de 23,6% em relação ao resultado de 2010, quando foram criados 2,54 milhões de novas vagas. Apesar da queda, o resultado é o segundo maior da série histórica do Caged, de 2003.
Considerando o saldo de emprego com a Rais, 2010 foi o recorde histórico de geração de vagas, um total de 2,86 milhões de novos postos. No ano anterior, o saldo ficou em 1,76 milhão e, em 2008, em 1,83 milhão. Em 2007, o saldo foi de 2,45 milhões - até então, o melhor da série histórica.
Desde o início do governo Lula (2003), conforme informou o Ministério do Trabalho, o Brasil contou com 17,3 milhões de novas vagas. Este dado já considera as informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que abrange os trabalhadores com carteira assinada, além de servidores públicos federais, estaduais e municipais.
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