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15 de Abril de 2010

 

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Obama está preocupado com a zona do euro, mas diz que há saída

Presidente dos EUA afirmou que a Europa deveria aprofundar a colaboração no seu sistema bancário, como um passo adicional para resolver a crise

08 de junho de 2012 | 12h 20
Álvaro Campos, da Agência Estado

WASHINGTON - O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que existem medidas específicas que a zona do euro pode adotar - como injetar capital nos bancos para estabilizar o sistema financeiro da região - que ajudariam a resolver a crise da dívida.

Ele afirmou que a Europa deveria aprofundar a colaboração no seu sistema bancário, como um passo adicional para resolver a crise. Obama disse estar contente com o fato dos líderes europeus, incluindo a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, terem começado a discutir também ações para impulsionar o crescimento, além dos planos de austeridade para combater a crise.

Obama comentou ainda que a Grécia enfrenta escolhas difíceis, mas que é do interesse de todos que o país permaneça na zona do euro.

O presidente reconheceu que as soluções são difíceis, mas afirmou que o quanto antes a zona do euro agir, "mais barato será o custo da limpeza lá na frente". Ele comentou que os desafios enfrentados pela Europa são solucionáveis e que os líderes do continente estão no caminho certo.

No começo desta semana, Obama havia dito que "a economia mundial ainda está em uma situação delicada em função do que está acontecendo na Europa e pelo fato de alguns países emergentes estarem desacelerando".

Obama elogiou a Espanha e a Itália por fazerem reformas estruturais inteligentes no sistema de governo e no sistema financeiro, embora tenha observado que a Europa corre o risco de entrar em um padrão de cortes pesados que limitam o crescimento. Obama também comentou que, assim como a Europa, os EUA têm problemas de curto e longo prazos.

No curto prazo, os EUA precisam estimular o mercado de trabalho e o Congresso precisa aprovar uma série de propostas econômicas que ele apresentou no ano passado para criar empregos. No longo prazo, os EUA precisam reduzir o déficit, afirmou o presidente.

As informações são da Dow Jones





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