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15 de Abril de 2010

 

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Orçamento dos EUA prevê contribuição positiva de agências hipotecárias

Empresas financiadas pelo governo dos Estados Unidos, incluindo as agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, contribuirão com US$ 10,46 bilhões para o Departamento do Tesouro no ano fiscal de 2013

13 de fevereiro de 2012 | 16h 16
Gabriel Bueno, da Agência Estado

WASHINGTON - As empresas financiadas pelo governo dos Estados Unidos, incluindo as agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, contribuirão com US$ 10,46 bilhões para o Departamento do Tesouro no ano fiscal de 2013, após custarem bilhões ao governo nos últimos anos, segundo o orçamento do presidente Barack Obama divulgado hoje.

Essas companhias custaram aos contribuintes US$ 12,63 bilhões no ano fiscal de 2011 e devem custar mais US$ 12,32 bilhões no atual ano fiscal, que termina em 30 de setembro. Esses números, porém, devem se transformar em receita no próximo ano fiscal, segundo a previsão orçamentária.

A fonte da receita não está especificada, mas um possível contribuinte é um aumento nas taxas de seguro que a Fannie Mae e Freddie Mac devem implementar até abril. A elevação na taxa tem como meta tornar as hipotecas dessas agências mais competitivas.

A nova receita será enviada ao Tesouro, resultando em reduções de déficit de US$ 37 bilhões até 2022, segundo o orçamento de Obama.

Enquanto isso, os planos de orçamento de Obama preveem aumento no orçamento para o Departamento de Moradia e Desenvolvimento Urbano em 3,2%, ou US$ 1,4 bilhão. A agência deve manter os atuais níveis de financiamento para muitos de seus programas e elevar os gastos para os serviços de desenvolvimento sustentável e aconselhamento, inclusive para famílias sob risco de sofrerem execução hipotecária. Esse departamento, porém, deve cortar US$ 640 milhões em gastos em programas de assistência a aluguéis. As informações são da Dow Jones.


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