Plano da Eletrobrás foca nas Américas e vê risco em concessões
Meta é em 2002 ser 'o maior sistema empresarial global de energia limpa'
SÃO PAULO - A Eletrobrás divulgou nesta quinta-feira plano estratégico para período até 2020 em que cita entre as prioridades a internacionalização da empresa com foco nas Américas e risco gerado à empresa com a expiração de concessões de energia a partir de 2015.
A companhia, que este ano deverá investir R$ 9 bilhões, após R$ 5,4 bilhões em 2008, pretende "focar principalmente as oportunidades de negócios no continente americano, notadamente, na Argentina, na Colômbia, nos Estados Unidos e no Peru".
O plano reafirma expectativas de que a companhia agirá diretamente ou em consórcio com empresas nacionais ou internacionais em seus projetos fora do país, que serão voltados principalmente para geração de energia hidrelétrica e transmissão.
A meta da empresa segundo o plano é que em 2020 a Eletrobras deverá ser "o maior sistema empresarial global de energia limpa, com rentabilidade comparável às das melhores empresas do setor elétrico".
Na primeira posição desse ranking de energia "limpa", a Eletrobras cita a canadense Hydro Quebec, com 206,60 terawatts/hora gerados, o que equivale a 100% de sua geração, seguida pela ISA com 10,07 terawatts produzidos de energia limpa, equivalentes a 99,69% de sua geração total. A Eletrobrás surge em terceiro, com 98,20% de geração limpa, num total de 225,49 terawatts/hora.
No horizonte do plano fatores de risco para a empresa no período do plano estratégico, a Eletrobras cita a expiração de concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica a partir de 2015, que representam cerca de um quarto da capacidade instalada.
"Caso sejam mantidas as regras atuais, há a possibilidade concreta de perda de concessão por parte de empresas do Sistema Eletrobras", afirma o plano.
"Existem riscos de adiamento ou paralisia das expansões requeridas, caso os recursos disponíveis ou passíveis de captação tenham que ser utilizados pelo sistema para a compra de ativos antigos", acrescenta a companhia no plano, que afirma que a Eletrobras "permanece sob um risco potencial de consequências imprevistas". (Alberto Alerigi Jr e Denise Luna).
Siga o @EstadaoEconomia no Twitter
- 12:16 Preços dos importados nos EUA aumentam ...
- 12:15 Vendas no varejo dos EUA crescem 0,4% ...
- 12:05 BNDES quer elevar em 25% empréstimos ...
- 11:57 Varejo de janeiro será o primeiro com ...
- 11:43 Governo pune triangulação na importação ...
- 11:41 Desemprego em 34 países fica estável em ...
- 11:33 Varejo na região metropolitana de SP ...
- 11:27 BB vê alta de até 21% na carteira ...
- 11:23 Venda de combustível subiu 1,6% no ano passado
- 11:15 Vendas baixas em supermercados ...









