Polícia francesa liberta Strauss-Kahn após interrogatório
Promotoria ainda não decidiu se o ex-diretor do FMI será considerado testemunha ou cúmplice de escândalo de prostituição
PARIS - A polícia francesa libertou nesta quarta-feira, 22, o ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn, anunciou a procuradoria local. Strauss-Kahn foi detido ontem para interrogatório em Lille, no norte da França, sob suspeita de envolvimento em um escândalo de prostituição. Ele passou a noite na prisão.
O político francês de 62 anos de idade foi libertado hoje, mas terá de se reapresentar à justiça francesa em março. A promotoria francesa ainda não decidiu se o ex-diretor-gerente do FMI será arrolado como testemunha ou cúmplice. Um advogado de Strauss-Kahn não se pronunciou sobre a situação de seu cliente.
A rede de prostituição investigada operava a partir de Lille e se estendia até Washington, a capital dos Estados Unidos. Strauss-Kahn apresentou-se voluntariamente à polícia na manhã de ontem. Ele foi interrogado sob suspeita de "cumplicidade com uma rede de prostituição" e "cooperação com apropriação indébita de patrimônio", segundo uma porta-voz da promotoria em Lille. As informações são da Dow Jones.
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