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Polícia não cumpre reintegração em Belo Monte

Manifestantes, indígenas, ribeirinhos e pescadores ocupam o canteiro de obras da hidrelétrica desde quinta-feira 

03 de maio de 2013 | 18h 57
Fátima Lessa, especial para o Estado

CUIABÁ - Homens da Força Nacional e da Polícia Militar do Pará chegaram ao canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte na tarde desta sexta-feira para cumprir mandado de reintegração de posse. Mas o mandado judicial não foi cumprido. O canteiro de Belo Monte, onde ficarão as turbinas, está ocupado desde esta quinta-feira (02). Por meio de nota, a Norte Energia, empresa responsável pela operação da usina, e o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) confirmaram que a ocupação do Sítio Belo Monte continua.

Os manifestantes, indígenas, ribeirinhos e pescadores, lançaram nesta sexta-feira nova carta reafirmando a pauta reivindicatória. No documento, eles afirmam que não querem negociar com o CCBM, nem com a Norte Energia. "Nós estamos aqui para dialogar com o governo. Para protestar contra a construção de grandes projetos que impactam, definitivamente, nossas vidas", afirmam num trecho.

O Sítio Belo Monte, da usina, está ocupado e com as atividades paralisadas desde esta quinta-feira. Os ocupantes querem regulamentação da consulta prevista na convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a suspensão "imediata de todas as obras e estudos relacionados às barragens nos Rios Xingu, Tapajós e Teles Pires".

No mesmo dia, por medida de segurança, o CCBM, de acordo com a assessoria, suspendeu as atividades no canteiro. Como quinta-feira era dia de pagamento do pessoal do canteiro, trabalhavam apenas os funcionários da área corporativa. Em nota, a Norte Energia e o CCBM, disseram que as reivindicações apresentadas pelos manifestantes estão fora do âmbito das competências da empresa, muito além de uma pauta referente à Usina Hidrelétrica Belo Monte. Para resolver o impasse, a empresa informa que "já contatou os órgãos governamentais envolvidos nos assuntos da pauta dos ocupantes e confia numa desocupação o mais rápido possível da área".



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