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Venda de casas nos EUA rompe série de quedas, pedidos de auxílio-desemprego sobem

23 de janeiro de 2014 | 14h 55
LUCIA MUTIKANI - Reuters

WASHINGTON, 23 JAN - As vendas de moradias usadas nos Estados Unidos aumentaram em dezembro após três meses seguidos de quedas, mostrando certa resiliência na recuperação do mercado imobiliário, apesar da alta nas taxas hipotecárias.

Embora outros dados desta quinta-feira tenham mostrado avanço marginal nas solicitações iniciais de auxílio-desemprego na semana passada e desaceleração na atividade industrial neste mês, a tendência intrínseca continua a indicar melhores fundamentos econômicos.

As vendas de moradias usadas cresceram 1 por cento no mês passado, para taxa anual de 4,87 milhões de unidades, informou a Associação Nacional de Corretores (NAR, na sigla em inglês). Economistas consultados pela Reuters esperavam que as vendas subissem para ritmo de 4,94 milhões de unidades em dezembro.

"A recente desaceleração do mercado imobiliário está sendo exacerbada por fatores transitórios como o clima", disse o economista Gennadiy Goldberg, da TD Securities.

As vendas de casas em 2013 alcançaram o nível mais alto desde 2006.

Separadamente, o Departamento do Trabalho informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 1.000 na semana passada, para 326 mil segundo dados ajustados sazonalmente.

A média móvel de quatro semanas para os novos pedidos, considerada uma melhor medida das condições do mercado de trabalho já que elimina a volatilidade semanal, caiu em 3.750, para 331.500. Isso sugere que o mercado de trabalho continua a melhorar de forma estável.

Separadamente, o instituto Markit informou que seu Índice de Gerentes de Compras (PMI) preliminar da indústria dos EUA caiu para 53,7, ante leitura de dezembro de 55,0. Resultado acima de 50 indica expansão.

A atividade foi freada por uma desaceleração nas novas encomendas e por contração nas encomendas para exportação.

"A leitura principal ainda está firmemente em território positivo e em linha com nossa visão de que o crescimento da atividade industrial vai acelerar em 2014", disse o economista Cooper Howes, do Barclays.



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