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Após protestos, Dilma diz que Brasil acordou mais forte

Presidente elogiou o caráter pacífico dos atos, que, segundo ela, evidenciaram o ‘correto tratamento pela segurança pública’

18 de junho de 2013 | 12h 39
Ane Warth, Rafael Moraes Moura e Tânia Monteiro, da Agência Estado

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff aproveitou o discurso em cerimônia de lançamento do novo marco regulatório da mineração para elogiar as manifestações pacíficas que tomaram conta das principais capitais brasileiras na segunda-feira, 17. Para Dilma, o "Brasil hoje acordou mais forte".

"O Brasil, hoje, acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprovam a energia da nossa democracia, a força da voz da rua, e o civismo da nossa população", discursou a presidente, sendo interrompida por aplausos da plateia, formada em boa parte por políticos.

"É bom ver tantos jovens e adultos, o neto, o pai, o avô, juntos, com a bandeira do Brasil cantando o hino nacional dizendo com orgulho "sou brasileiro' e defendendo um país melhor. O Brasil tem orgulho deles."

Na avaliação da presidente, deve-se louvar o "caráter pacífico" dos atos, que, segundo ela, evidenciaram o "correto tratamento pela segurança pública" no que diz respeito à forma de lidar com a manifestação popular. "Infelizmente, porém, é verdade, acontecem atos minoritários e isolados de violência contra pessoas, (contra o) patrimônio público e privado, que devemos condenar com vigor", prosseguiu a presidente, sendo novamente interrompida por aplausos.

Para Dilma, "essas vozes das ruas precisam ser ouvidas" e ultrapassam os "mecanismos tradicionais das instituições, dos partidos políticos, das entidades de classe e da própria mídia".

"Os que foram ontem às ruas deram mensagem direta ao conjunto da sociedade, sobretudo aos governantes de todas as instâncias. Essa mensagem é por mais cidadania, melhores escolas, melhores hospitais, direito a participação. Essa mensagem direta das ruas mostra a exigência de transporte público de qualidade e a preço justo, essa mensagem direta das ruas é pelo direito de influir nas decisões de todos os governos, do Legislativo e do Judiciário, é de repudio à corrupção e de uso indevido do dinheiro público", disse.

"Essa mensagem comprova o valor intrínseco da democracia, da participação dos cidadãos em busca de seus direitos, a minha geração sabe quanto isso nos custou", continuou.

Ao comentar o cartaz de uma manifestante que dizia "Desculpe o transtorno, estamos mudando o País", Dilma afirmou: "Quero dizer que o meu governo está ouvindo essas vozes pelas mudanças, está empenhado com a transformação social, a começar pela elevação de 40 milhões de pessoas à classe média, com o fim da miséria, o meu governo quer ampliar o acesso à educação e à saúde, compreende que as exigências da população mudam". Dilma destacou que o seu governo elevou a renda e o acesso ao emprego, dando às pessoas mais educação.

"Surgiram cidadãos que querem mais e têm direito a mais, sim, todos nós estamos diante de novos desafios. Quem foi ontem às ruas quer mais, mais saúde, educação, mais oportunidades, eu quero aqui garantir que o meu governo também quer mais e que vamos conseguir mais para o nosso País e para o nosso povo", finalizou o discurso.





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