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Correção: TIM investirá R$ 450 milhões

31 de julho de 2012 | 19h 25
RODRIGO PETRY - Agencia Estado

SÃO PAULO - Nas notas publicadas anteriormente, informamos que os aportes apresentados à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de R$ 450 milhões são recursos adicionais, mas na verdade se trata de uma realocação dentro dos investimentos previstos pela empresa este ano. Além disso, sobre o serviço de banda larga, o nome correto do porta-voz é Flávio Lang, diretor de Marketing da TIM Fibe. Abaixo segue o texto corrigido:

A TIM apresentou, dentro de seu plano para retomada das vendas em 19 unidades da Federação, aportes de aproximadamente R$ 450 milhões para se adequar às exigências da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A informação foi do diretor de Assuntos Regulatórios da TIM, Mario Girasole, que classificou estes valores como uma realocação dos aportes e não de novos recursos. Os investimentos totais da empresa este ano, o que incluem os gastos com as licenças do 4G, somam aproximadamente R$ 3,5 bilhões.

Os executivos da TIM também ressaltaram que estão "confiantes" na retomada das vendas para os próximos dias. Girasole destacou que, em síntese, o plano apresentado à Anatel prevê um cronograma de aportes para sistemas das redes, com a redução das interrupções das chamadas, e para aprimorar o atendimento. "Estamos detalhando a nossa capacidade de resolver os problemas dos clientes", afirmou.

Sobre o serviço de banda larga fixa que será lançado a partir de quarta-feira em São Paulo, o diretor de Marketing da TIM Fibe, afirmou que ainda "é cedo" para avaliar o impacto deste novo serviço na receita da empresa. "Sempre ajuda, mas está apenas começando. Precisamos ter paciência", afirmou.

Segundo ele, os serviços da banda larga residencial serão vendido separadamente, sem a opção da criação de algum combo, seja com os serviços móveis ou de televisão por assinatura, com quem a TIM tem parceria comercial com a Sky. "Não vemos a necessidade do cliente contratar o combo", disse.

Concorrência

Além do cenário macroeconômico mais adverso, o acirramento da concorrência também afetou o desempenho da TIM no primeiro semestre. "Desde o ano passado, a concorrência vem copiando nossos serviços", afirmou, sem citar o nome da empresa. "Ou fomos copiados ou criaram (os concorrentes) ofertas para combater nossos serviços", afirmou.

Segundo ele, foi percebida ainda uma desaceleração nas chamadas de longa distância, dentro do contexto do cenário macroeconômico menos favorável. "As chamadas locais são mais difíceis de evitar, enquanto a longa distância a pessoa pode se programar, para realizá-la em algum dia específico", disse.



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