12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Você está em Economia
Início do conteúdo

Estrangeiros reduzem posição comprada em dólar futuro

16 de agosto de 2012 | 12h 05
OLIVIA BULLA - Agencia Estado

SÃO PAULO - Os investidores estrangeiros reduziram drasticamente a exposição líquida "comprada" (aposta na alta) em dólar futuro, passados os primeiros 15 dias deste mês. Segundo dados divulgados pela BM&F Bovespa, a posição dos players não residentes em dólar futuro baixou 96,4% entre 1º de agosto e ontem, passando de US$ 1,633 bilhão (32.665 contratos) para US$ 58,850 milhões (1.177 contratos).

Outra novidade no período, conforme informado pela Agência Estado na última terça-feira (dia 14), foi a mudança, de "vendido" (aposta na baixa) para "comprado", na exposição líquida dos bancos em dólar futuro, ocorrida um dia antes, naquela segunda-feira, em relação à sexta-feira anterior (dia 10).

Os números atualizados da BM&F Bovespa mostram que os bancos reduziram marginalmente, em 9,2%, essa estratégia na passagem do dia 14 para ontem, e encerraram a sessão desta quarta-feira comprados em US$ 581,1 milhões (11.622 contratos) em dólar futuro. Para se ter uma ideia, as instituições financeiras iniciaram agosto "vendidas" em US$ 431 milhões (8.620 contratos).

Paralelamente, os fundos de investimentos nacionais vêm ampliando gradualmente suas posições vendidas líquidas em dólar futuro. Depois de iniciarem o mês vendidos em US$ 2,355 bilhões (47.115 contratos), aumentaram essa exposição para US$ 2,594 bilhões (51.884 contratos).

Na opinião de profissionais ouvidos pela AE, assim como acontece no mercado à vista, o mercado futuro de dólar também está "travado" pela estreita banda informal de oscilação da moeda norte-americana em relação ao real, entre R$ 2,00 e R$ 2,10, minando as apostas com dólar.

No segmento de cupom cambial-DDI, as exposições líquidas compradas dos fundos de investimento nacionais e dos investidores estrangeiros sofreram pouca alteração ao longo da primeira quinzena de agosto. No período, os institucionais nacionais reduziram levemente essa posição, de US$ 17,150 bilhões (343.019 contratos) para US$ 16,651 bilhões (333.036 contratos), ao passo que os não residentes saíram de US$ 1,885 bilhão (37.710 contratos) para US$ 1,877 bilhão (37.550 contratos). Já os bancos ampliaram a posição vendida líquida, passando de US$ 19,224 bilhões (384.488 contratos) para US$ 18,718 bilhões (374.362 contratos).



Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui


Fechar

Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.

Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.

Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastrado
SOU ASSINANTE - ACESSO
Esqueci minha senha
JÁ SOU CADASTRADO

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão.

Esqueci minha senha
QUERO CRIAR MEU LOGIN

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha.

ESQUECI MINHA SENHA

QUERO ME CADASTRAR

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo.

CADASTRO REALIZADO

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.


Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.

QUERO ME CADASTRAR

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo.