12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Você está em Economia
Início do conteúdo

Não há sinais para adiar IPI de veículos, diz ministério

29 de junho de 2012 | 14h 17
GUSTAVO PORTO - Agencia Estado

SÃO PAULO - Não há sinais do governo para a prorrogação da isenção e redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos anunciada em março, cujo prazo termina em 31 de agosto. "O governo monitora esse setor, e não há qualquer medida que justifique a prorrogação", disse nesta sexta-feira a secretária de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Heloísa Guimarães Menezes, após uma reunião com representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

De acordo com ela, o setor automotivo sinalizou que o principal problema que justificou a medida, os altos estoques nas montadoras, foi resolvido. A secretária evitou comentar sobre a prorrogação da redução do IPI para a linha branca e móveis, que deve ser anunciada nesta tarde pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em São Paulo. "Só Mantega pode ou não dizer sobre isso."

Heloísa afirmou ainda que o governo seguirá com o programa de compras governamentais como divulgado esta semana e que injetará R$ 8,4 bilhões na economia. "As compras governamentais são iniciativas de maior impacto no Produto Interno Bruto (PIB)."

Ela negou que o governo tenha priorizado essas iniciativas em detrimento de ações para o incentivo ao consumo como forma de crescimento do PIB. Segundo a secretária, as duas iniciativas são complementares, acrescentando que o governo não trabalha com conceito de pacotes, mas com um conjunto de medidas de incentivo à economia.

Energia

A secretária afirmou que o governo segue avaliando outras medidas de fomento ao crescimento econômico como a redução do custo da energia para a indústria. "Para uns, (o custo da energia) é questão de vida ou morte. Para outros, é um diferenciador de competitividade e até mesmo um ponto fundamental para a decisão de investimentos", disse, sem precisar quando as possíveis medidas serão anunciadas. Questionada se as medidas de redução de energia serão via desoneração fiscal, como outras anteriores, a secretária respondeu: "Pode ser desoneração também".

TJLP

Heloísa citou ainda a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para 5,5%, que entra em vigor em julho, como mais uma medida de estímulo e recordou que outras iniciativas de baixa de juros já haviam sido tomadas por outros setores públicos, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no âmbito do programa de sustentação de investimento (PSI).



Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui


Fechar

Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.

Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.

Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastrado
SOU ASSINANTE - ACESSO
Esqueci minha senha
JÁ SOU CADASTRADO

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão.

Esqueci minha senha
QUERO CRIAR MEU LOGIN

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha.

ESQUECI MINHA SENHA

QUERO ME CADASTRAR

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo.

CADASTRO REALIZADO

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.


Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.

QUERO ME CADASTRAR

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo.