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Passagem aérea vai custar até R$ 999 na Copa em duas companhias

A Avianca seguiu a estratégia da Azul e também anunciou limite máximo para as tarifas durante o mundial de futebol no Brasil

14 de janeiro de 2014 | 12h 37
Luciana Collet, da Agência Estado

 - Estadão
Estadão

SÃO PAULO - A companhia aérea Avianca seguiu a estratégia anunciada semana passada pela concorrente Azul e também divulgou que suas tarifas durante o período da Copa custarão no máximo até R$ 999,00.

A empresa decidiu ir além e estender o período em que a tarifa máxima vai vigor: de fevereiro até o final de julho. No caso da Azul, o valor vigorará apenas de dois dias antes a dois dias depois da Copa.
 
O presidente da companhia, José Efromovich, "assegurou que o estabelecimento da tarifa máxima não significará que as passagens serão niveladas pelo alto.

"Não vamos mudar a política de preços de quem compra com antecedência, disse, indicando que hoje estão disponíveis passagens por volta de R$ 300,00.

"O que muda é que se a compra for feita durante a Copa, não vai se surpreender com um valor como R$ 1,6 mil, porque não vai pagar mais que R$ 999", disse. Os valores estarão disponíveis a partir do dia 16.
 
Diferente da Azul, que indicou que terá um custo de R$ 20 milhões por conta da estratégia, a Avianca não deve registrar perdas, disse Efromovich.

Ele comentou que a companhia deve registrar em 2014 o primeiro lucro líquido de sua história, após ter obtido em 2013 o primeiro lucro operacional (Ebitda).

Ele não revelou valores porque disse que os dados finais ainda não foram fechados. O executivo, no entanto, avaliou que deverá haver uma queda da demanda no período da Copa.

"A Copa não é o melhor dos períodos para as companhias aéreas, haverá uma retração da demanda", comentou. Ele indicou, porém, que a companhia fará adaptações de horário, mas não cancelamento de voos.
 
A Avianca solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) 430 voos adicionais para o período da Copa.

Conforme o presidente da companhia, José Efromovich, o número corresponderá a um aumento de 6,4% no número de voos diários operados pela empresa, que atualmente é de 176, para 187, reforçando a atuação para as cidades sede.





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