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Poupança tem saldo recorde em novembro

Resultado mensal foi positivo em R$ 6,4 bilhões, o maior para o mês em toda a série histórica, divulgada desde 1995

05 de dezembro de 2013 | 15h 30
Célia Froufe, da Agência Estado

BRASÍLIA - A caderneta de poupança registrou captação líquida de R$ 6,386 bilhões em novembro, segundo o Banco Central (BC) divulgou nesta quinta-feira, 5. O resultado é o mais elevado para o mês da série histórica da instituição, iniciada em 1995. Até então, o saldo mais alto para novembro havia sido registrado em 2009, no valor de R$ 4,469 bilhões.

O forte resultado do mês passado é o quarto melhor do ano até agora - vale lembrar que meses de dezembro costumam ser os mais robustos. Os maiores saldos foram vistos em junho (R$ 9,451 bilhões), julho (R$ 9,331 bilhões) e setembro (R$ 6,695 bilhões). Até o dia 28 de novembro, o saldo líquido da poupança estava em R$ 2,08 bilhões. Apenas no dia 29 ingressaram na aplicação R$ 4,306 bilhões, ou 67,6% do saldo total do mês, o que equivale a pouco mais de dois terços do total do saldo de novembro. No mês passado, os depósitos somaram R$ 120,826 bilhões, enquanto os saques totalizaram R$ 114,440 bilhões. Em outubro deste ano, a captação foi positiva em R$ 4,512 bilhões. Em novembro do ano passado, a entrada superou a saída de recursos em R$ 4,086 bilhões.

A robustez do resultado de novembro pode ser explicada, pelo menos em parte, pelo pagamento da primeira parcela do 13º salário. O prazo final para os depósitos foi exatamente o último dia útil do mês, quando o ingresso de recursos na aplicação foi forte. Agosto e setembro também foram meses considerados relevantes em razão do adiantamento desse pagamento a aposentados e pensionistas. Após um mês um pouco mais fraco em outubro, a caderneta volta a ter fôlego em novembro.

A poupança segue como importante investimento entre os brasileiros. Isso, mesmo com as mudanças nas regras de remuneração da aplicação, que diminuíram o rendimento da caderneta dos depósitos feitos entre maio do ano passado e agosto deste ano. Pela nova forma de remuneração, sempre que a taxa básica de juros, a Selic, for igual ou menor que 8,5% ao ano, o rendimento passa a ser 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR). Atualmente, a Selic está em 10,00% ao ano. Quando a taxa básica sobe a partir de 8,75% ao ano, passa a valer a regra antiga de remuneração fixa de 0,5% ao mês mais TR.





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