12:18


15 de Abril de 2010

 

Patrocinado por




Você está em Economia
Início do conteúdo

BC da Inglaterra está prestes a lançar nova rodada de estímulo

20 de junho de 2012 | 7h 42
DAVID MILLIKEN - REUTERS

LONDRES, 20 JUN - O Banco da Inglaterra (banco central) está prestes a lançar uma nova rodada de estímulo monetário devido à piora da crise da zona do euro, de acordo com a ata de sua última reunião, que mostrou que os autoridades estavam divididas em 5 a 4 sobre a decisão.

A ata mostra um suporte bem mais explícito para uma rodada de "quantitative easing" (programa de compra de ativos) do que muitos economistas esperavam, e esta é a primeira vez que as autoridades ficam divididas com um placar de 5 a 4 desde junho 2007.

No mês passado, David Miles foi o único a pedir uma expansão do programa de compras de ativos -cujo objetivo é ajudar a economia ao tornar os empréstimos mais baratos- mas em geral os economistas esperavam que apenas mais um ou dois membros do Comitê de Política Monetária se juntassem a ele.

O presidente do BC, Mervyn King, votou, assim como Adam Pose e Miles, para elevar as compras de ativos em 50 bilhões de libras, para 325 bilhões de libras. Paul Fisher, diretor executivo para mercados do BC, defendeu um aumento de 25 bilhões de libras.

Assim, parece ser mais provável que haja uma maioria a favor de um aumento da compra de ativos no próximo mês.

A maioria dos membros julgou que mais estímulo econômico seria justificado imediatamente ou provavelmente se tornaria justificável para atender à meta de inflação, mostrou a ata.

Todos os membros do Comitê de Política Monetária acreditam que a inflação deve ficar abaixo da estimativa do banco central de maio, quando a entidade previu que ela demoraria até o segundo semestre do ano que vem para que caísse abaixo da meta de 2 por cento.

Dados publicados na terça-feira mostraram que a inflação caiu inesperadamente para a mínima de dois anos e meio de 2,8 por cento, abrindo caminho para que o BC amplie a compra de ativos. O BC decidiu em maio não ampliar as compras de ativos porque a inflação estava demorando mais para cair do que o esperado.

(Reportagem adicional de Alessandra Prentice e Jonathan Cable)



Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui


Fechar

Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.

Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.

Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastrado
SOU ASSINANTE - ACESSO
Esqueci minha senha
JÁ SOU CADASTRADO

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão.

Esqueci minha senha
QUERO CRIAR MEU LOGIN

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha.

ESQUECI MINHA SENHA

QUERO ME CADASTRAR

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo.

CADASTRO REALIZADO

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.


Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.

QUERO ME CADASTRAR

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo.