Colheita de trigo de países no Mar Negro deve cair 30%
LONDRES, 8 AGO - A produção de trigo da Rússia, Ucrânia e Cazaquistão deve cair 30 por cento ante o ano passado devido à seca, mostrou uma pesquisa da Reuters, alimentando temores de uma alta recorde nos preços globais de alimentos.
A média das previsão dos analistas e traders fixam a produção combinada dos três países exportadores em cerca de 70 milhões de toneladas, ante 100 milhões de toneladas no ano anterior. A região normalmente fornece cerca de um quarto do volume da exportação mundial de trigo.
A colheita de trigo na Rússia, maior da região, deve cair para 45,5 milhões de toneladas, bem abaixo da safra de 56 milhões de toneladas em 2011, mas não cairá tanto quanto em 2010, quando uma severa seca que atingiu o país.
A previsões foram de desde a pior possibilidade de 41 milhões de toneladas para a melhor de 50 milhões na Rússia. Durante a seca de 2010, a safra russa foi de 41,5 milhões de toneladas. A última previsão mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos é de 49 milhões de toneladas.
A pesquisa também prevê piores safras para a Ucrânia e o Cazaquistão, com a mediana das respostas dos analistas e traders entrevistados fixando a produção destes países em 13 e 12 milhões de toneladas respectivamente.
Isso se compara com a produção de cerca de 22 milhões de toneladas para cada um dos países no ano passado.
(Reportagem adicional de Gus Trompiz em Paris, Michael Hogan em Hamburgo, Naveen Thukral em Cingapura e Polina Devitt em Moscou)
Siga o @EstadaoEconomia no Twitter
- 19:45 Petrobras decide manter ativos da empresa ...
- 18:34 Lei da doméstica pode aumentar rombo ...
- 18:29 Crédito tem a menor expansão em três ...
- 18:25 SP fará leilão de créditos do ICMS do ...
- 17:57 Força Sindical quer correção monetária ...
- 17:48 Springfield, a cidade dos Simpsons, terá ...
- 17:40 Nave de ‘Star Wars’ é a maior ...
- 16:49 Bancos públicos já respondem por quase ...
- 16:30 Volume de voos cresceu 153% em 10 anos no País
- 16:21 Dívida dos Estados é impagável, diz relator





.jpg)



