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Após PIB fraco, Mantega culpa seca, inflação e câmbio

Economia & Negócios e Agência Estado

30 Maio 2014 | 12h 10

O ministro citou a seca, a recuperação lenta da economia internacional, o câmbio e o aumento da inflação para explicar o PIB de 0,2% no 1º trimestre

 

SÃO PAULO - A lista de fatores negativos que atrapalharam o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre foi grande, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O ministro citou a seca, a recuperação lenta da economia internacional, o baixo crescimento da Europa, a volatilidade cambial e o aumento da inflação. O PIB do primeiro trimestre sofreu desaceleração, apresentando crescimento de 0,2%.

O ministro disse que o desempenho do PIB poderia ter sido melhor se a seca não tivesse prejudicado algumas culturas na agricultura. Apesar disso, o setor agropecuário contribui com 3,6% para o crescimento de 0,2% do PIB no primeiro trimestre, na margem.

Mantega disse que o desempenho do PIB no primeiro trimestre foi prejudicado por alguns fatores negativos. Entre os fatores citados por Mantega estava a demora além do esperado da recuperação da economia internacional. "Os EUA apresentaram queda de 0,25% no primeiro trimestre, o que dá 1% em anualidade", disse. Ainda de acordo com o ministro, a Europa cresceu abaixo das projeções.

"Há uma clamaria no mercado de câmbio, que está estabilizado", comentou Mantega, sem mencionar qualquer cotação do real ante o dólar. "O cenário do fluxo de capitais é positivo e temos recebido forte investimento direto", ressaltou. "Vamos ter provavelmente um segundo trimestre melhor do que o primeiro", disse, referindo-se ao desempenho do PIB.

O ministro lembrou que analistas dizem que os EUA passarão a mostrar desempenho melhor nos próximos meses e afirmou ainda que ocorreram volatilidades que contribuíram para o baixo crescimento do País no começo deste ano.

Mantega afirmou que a revisão do PIB em 2013 de 2,3% para 2,5% deixou a economia melhor. Ele disse ainda que o Brasil foi a segunda economia onde os investimentos mais cresceram.

(Com Francisco Carlos de Assis e Ricardo Leopoldo)

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