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Com inflação acima dos 10% em 2015, Fazenda promete ações para reequilibrar as contas

- Atualizado: 08 Janeiro 2016 | 20h 57

Logo após receber justificativa do BC, Pasta prometeu medidas de reequilíbiro fiscal e aumento da produtividade

BRASÍLIA - Após o anúncio de que o Índice Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2015 bateu 10,67%, o ministério da Fazenda afirmou na nesta sexta-feira, 8, em nota, que "contribuirá no combate à inflação mediante a adoção de ações para o reequilíbrio fiscal e para o aumento da produtividade da economia". A Pasta disse ainda que "o controle à inflação é uma prioridade do governo, e o Banco Central do Brasil está empenhado em adotar as medidas necessárias para alcançar o centro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional até o final de 2017".  

O comunicado da Fazenda saiu poucos minutos após o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, enviar carta aberta ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, por descumprir a meta de inflação, que estabelece um teto de 6,5%. A nota da Fazenda, no entanto, não faz nenhuma menção direta à carta do BC. E de acordo com a assessoria de imprensa do ministério, nenhum pronunciamento sobre a carta será divulgado.   

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa

Conforme a carta enviada pelo BC à Fazenda, o nível de inflação de 2015 refletiu, em grande parte, os efeitos de dois importantes processos de ajustes de preços relativos na economia: o realinhamento dos preços administrados em relação aos chamados preços livres e o realinhamento dos preços domésticos em relação aos internacionais, observados desde o final de 2014 e que se estenderam ao longo de 2015.

O documento enviado há pouco pelo Banco Central diz ainda que o órgão tem trabalhado para manter a inflação sob controle e convergi-la para a meta. 

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