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Imposto sobre importação será eliminado até 2015, diz ministro chileno

Chile aplica 6% de imposto para importados de países com os quais não possui acordo de livre comércio; projeto de lei propõe corte para 4% em 2013,  2% em 2014 e eliminação a partir de 2015

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Patrícia Braga, da Agência Estado ,

27 Abril 2012 | 14h40

SANTIAGO - Uma das medidas no pacote geral de impostos do Presidente Sebastian Piñera anunciado ontem visa eliminar os impostos de importação em 2015, afirmou hoje o ministro de Finanças, Felipe Larrain. Atualmente, o Chile aplica 6% de imposto para bens importados de países que não possuem acordo de livre comércio com o país andino. A Lei, que foi enviada ao Congresso na segunda-feira, propõe o corte do imposto de importação para 4% em 2013, para 2% em 2014 e eliminação do imposto a partir de 2015.

A maioria dos principais países parceiros do Chile, como China, Japão, União Europeia, EUA, Canadá, México e outros na África do Sul, já assinou tratado de livre comércio com o Chile. "Queremos fazer do Chile um porto livre para o Hong Kong e Cingapura e seremos o único país na América Latina sem imposto de importação", afirmou Larrain.

O plano de reforma tributária do governo visa aumentar os impostos para as empresas em 20%. O projeto de lei novo imposto, que elevará as receitas do governo de US$ 700 milhões para US$ 1 bilhão por ano, tem como objetivo financiar as reformas educacionais - incluindo mais bolsas de estudo e taxas de juros menores em empréstimos financiados pelo governo aos estudantes.

O projeto de reforma tributária do Executivo chileno também inclui mecanismos de estabilização de preços de combustíveis, que são muito altos no país. Como o Chile importa 98% dos combustíveis que consome, os preços locais estão sujeitos às variações do preço internacional do petróleo. As informações são da Dow Jones.

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