1. Usuário
E&N
Assine o Estadão
assine
  • Comentar
  • A+ A-
  • Imprimir
  • E-mail

Levy deve assumir cargo de diretor financeiro do Banco Mundial em fevereiro

- Atualizado: 11 Janeiro 2016 | 19h 16

Entidade confirmou a ida do ex-ministro para um dos mais altos postos na hierarquia da casa

Joaquim Levy deixou o Ministério da Fazenda em dezembro de 2015

Joaquim Levy deixou o Ministério da Fazenda em dezembro de 2015

O Banco Mundial confirmou na tarde desta segunda-feira, 11, que o ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, será diretor financeiro (CFO, na sigla em inglês) da instituição. Ele deve assumir o cargo, um dos mais altos na hierarquia da casa, em 1 de fevereiro, de acordo com um comunicado divulgado nesta segunda-feira, 11.

"O comprometimento sem cansaço com reformas de Joaquim Levy, orientadas em direção ao crescimento sustentável e inclusivo, é um ativo significativo para o Banco Mundial na medida em que revisamos nossas finanças e nos adaptamos a um ambiente em rápida transformação", afirma o presidente da instituição, Jim Yong Kim, em um comunicado à imprensa.

O comunicado do Banco Mundial ressalta ainda a passagem de Levy, além do Ministério da Fazenda, por outras instituições, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Bradesco e o governo do Rio, onde foi secretário estadual das Finanças. 

"Levy tem uma rara mistura de experiência em finanças e mercados, uma forte perspectiva de país e um conhecimento interno do sistema multilateral, todos chaves para nosso sucesso", conclui o presidente do Banco Mundial no comunicado.

Levy assume o posto deixado pelo francês Bertrand Badré, que no começo de novembro comunicou que estava deixando o Banco Mundial.

Na sexta-feira, em um evento em Washington, o diretor do Brasil no FMI, Otaviano Canuto, mencionou a ida de Levy para o Banco Mundial durante palestra no Wilson Center e destacou que, por ser uma instituição bilateral, o ex-ministro, que deixou a Fazenda pouco antes do Natal, não vai precisar passar pela tradicional quarentena dos que saem de altos postos de governos.

No mesmo comunicado, o Banco Mundial informa a contratação de Shaolin Yang, que é chinês, como  chefe administrativo geral (CAO, em inglês), um cargo novo na instituição. "Os dois executivos vêm em um momento crítico em que a organização trabalha para acabar com a pobreza extrema e impulsionar a prosperidade compartilhada."

Comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Estadão.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Estadão poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os criterios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Você pode digitar 600 caracteres.

Mais em EconomiaX