Fotos Públicas
Fotos Públicas

Nota de crédito do País pode melhorar

O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa, estimou que o País pode recuperar o grau de investimento por volta de 2020 e 2021 caso seja capaz de avançar em sua agenda parlamentar para aprovação de reformas

Circe Bonatelli, O Estado de S.Paulo

06 Dezembro 2017 | 21h54

O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa, estimou que o País pode recuperar o grau de investimento por volta de 2020 e 2021 caso seja capaz de avançar em sua agenda parlamentar para aprovação da reformas da Previdência e Tributária.

Na sua avaliação, as agências internacionais de classificação de risco deverão aguardar o resultado das eleições presidenciais de 2018 para revisar notas de crédito. A declaração foi feita durante palestra a empresário do mercado imobiliário no Sindicato da Habitação (Secovi-SP) nesta quarta-feira, 6.

Honorato disse também que o cenário macroeconômico é favorável no curto prazo, com inflação e juros baixos, o que pavimentará o caminho para a recomposição do nível de atividade econômica.

Segundo as projeções do Bradesco, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional deve crescer em todos os trimestres do ano que vem e encerrar 2018 com alta de 2,8%. "Estamos construtivos com o cenário de 2018, olhando para um ciclo de 2019-2022 muito bom se levada adiante a agenda de reformas", afirmou.

++PIB cresce só 0,1% no 3º trimestre, mas dá sinais de retomada mais consistente

Em relação ao mercado imobiliário, Honorato disse que a perspectiva é de melhora do setor, influenciada pelo ambiente de juros decrescentes. Segundo o economista, cada redução de 1 ponto porcentual da Selic é capaz de ampliar em 5 milhões o número de famílias com acesso ao financiamento.

Mais conteúdo sobre:
PIB [Produto Interno Bruto] Bradesco

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.