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Produção industrial cai 0,5% em março, diz IBGE

Daniela Amorim, da Agência Estado

07 Maio 2014 | 09h 06

Apesar da queda, resultado veio no teto das expectativas do mercado; no ano, a produção da indústria acumula alta de 0,40%

RIO - A produção industrial caiu 0,50% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a março de 2013, a produção caiu 0,90%.

No mercado,os analistas mais pessimistas esperavam queda maior, de até 3,90%. O resultado veio no teto das expectativas dos especialistas ouvidos pela Agência Estado, que iam de queda de 0,50% a retração de 3,90%.

No resultado em relação a março de 2013, as estimativas variavam de queda de 1,80% a retração de 5%, com mediana negativa de 3%.

No ano, a produção da indústria acumula alta de 0,40%. As estimativas eram de queda de 0,20% a expansão de 1%, com mediana positiva em 0,38%. Em 12 meses, a produção aumentou 2,10%.

Nova metodologia. Após a revisão metodológica, a Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física mostrou que a produção industrial brasileira cresceu mais em 2013 e perdeu menos em 2012. Segundo os dados divulgados, a expansão de 2,3% verificada no ano passado recupera totalmente a perda de 2,3% registrada em 2012. Na série de acordo com a metodologia antiga, a produção industrial tinha recuado 2,5% em 2012 e crescido apenas 1,2% em 2013.

Com a revisão metodológica, feita com o objetivo de adequar a pesquisa à Classificação Nacional de Atividades Econômicas 2.0, a série histórica da pesquisa sofreu revisões desde 2003. Houve aumento no número de produtos e informantes, além de mudanças de atividades.

Locais. A atividade de veículos automotores registrou uma perda de 2,9% na passagem de fevereiro para março. O segmento deu a maior contribuição para a queda de 0,5% verificada na produção da indústria no período.

No entanto, o mês de março teve predomínio de resultados negativos, atingindo 14 dos 24 ramos pesquisados. A atividade de máquinas e equipamentos teve o segundo maior impacto sobre o total da indústria, com recuo de 5,3%, acumulando uma perda de 6,1% em dois meses. Já a atividade de veículos automotores, reboques e carrocerias eliminou em março parte do avanço de 12,4% acumulado em janeiro e fevereiro.

Outras contribuições negativas relevantes para a produção industrial vieram da menor fabricação de produtos alimentícios (-1,2%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-3,6%) e metalurgia (-1,2%). Entre os dez ramos que ampliaram a produção, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (5,4%) e indústrias extrativas (2,4%).

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