TV Estadão | 24.08.2015
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Produção industrial de São Paulo tem queda de 12% em julho, diz IBGE

Região foi a terceira com pior comportamento na comparação entre julho e o mesmo mês em 2014; ao todo, 11 dos 15 locais pesquisados tiveram recuo na produção

Idiana Tomazelli, O Estado de S. Paulo

09 Setembro 2015 | 09h23

RIO - A produção industrial em São Paulo caiu 12% em julho ante igual mês de 2014, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A região foi a terceira com pior comportamento neste confronto, com resultado mais negativo do que a média nacional (-8,9%) no período.

Ao todo, 11 dos 15 locais investigados pelo instituto tiveram recuo na produção em julho ante julho de 2014. Além da indústria paulista, Amazonas (-18,2%), Ceará (-13,7%), Paraná (-11,5%) e Santa Catarina (-9,8%) tiveram quedas acima da média.

Enquanto isso, Rio de Janeiro (-8,3%), Minas Gerais (-7,7%), Rio Grande do Sul (-4,7%), Região Nordeste (-4,3%), Goiás (-3,3%) e Pernambuco (-2,5%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas no confronto interanual.

Por outro lado, Pará (6,8%) e Espírito Santo (3,4%) assinalaram os maiores avanços no período, impulsionados, em grande parte, pelo comportamento das indústrias extrativas. Os demais resultados positivos foram registrados por Mato Grosso (0,7%) e Bahia (0,4%). 

Mês. Na comparação com junho, a redução de ritmo observada na produção industrial nacional foi acompanhada por oito dos 14 locais pesquisados, com recuos mais intensos registrados por Paraná (-6,3%), Ceará (-5,2%) e Santa Catarina (-2,4%), informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em São Paulo, parque industrial mais diversificado do país, a queda na produção foi de 1,8%, acima da média nacional (-1,5%) e a mais intensa para a região desde abril deste ano (-3,4%). Amazonas (-1,5%), Espírito Santo (-1,4%), Minas Gerais (-1,3%) e Rio de Janeiro (-0,9%) completaram o conjunto de locais com índices negativos em julho ante junho.

Por outro lado, Rio Grande do Sul (6,8%) e Bahia (5,2%) assinalaram os avanços mais elevados. Os demais resultados positivos foram na Região Nordeste (3,3%), em Pernambuco (3,3%), Goiás (0,6%) e Pará (0,4%). 

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