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Remédio importado pode ser adquirido sem frete

Agencia Estado

12 Abril 2002 | 13h 20

Pacientes que precisam comprar medicamentos importados podem encomendá-los, sem custos, em uma companhia aérea. A Fundação Ruben Berta, em parceria com a Varig, oferece um serviço sem fins lucrativos destinado a pessoas que não podem arcar com os custos do transporte de medicamentos importados para o Brasil. Segundo o gerente médico da Fundação Ruben Berta, Paulo Magalhães, o serviço existe informalmente há vários anos, mas só recentemente foi instituído pela empresa. Uma parceria com duas distribuidoras estrangeiras de medicamentos, uma européia (Europa Masters International) e outra norte-americana (MedHelp), permite que pacientes brasileiros encomendem os remédios em um dos postos autorizados pela fundação e os retirem, no mesmo local, depois de um prazo que varia entre uma e duas semanas, sem ter de pagar pelo frete. Treze cidades brasileiras possuem postos em que o serviço pode ser solicitado. No site da Fundação Ruben Berta (ver link abaixo) há uma lista com os telefones de todos os locais. Apenas pessoas físicas podem fazer o pedido. É necessário que o paciente apresente dois originais da receita médica - um deles segue para a Receita Federal e o outro para a Vigilância Sanitária. O programa atende entre 900 e mil pedidos por mês, concentrados no eixo Rio-São Paulo. A maioria das requisições, segundo o médico Paulo Magalhães, é de medicamentos antineoplásicos, de combate ao câncer. Também figuram na lista dos mais solicitados os antibióticos e os remédios que atacam problemas neurológicos. Como a demanda pelo serviço tem crescido bastante, Magalhães explica que a fundação se preocupa em limitar os pedidos apenas àqueles pacientes que realmente precisam, como é o caso de remédios que não possuem similares fabricados no Brasil. "Não somos um importador, não ganhamos com o serviço. Nossa função é apenas transportar os remédios". A preocupação do diretor é que o programa não seja mal utilizado e assim corra o risco de alimentar negócios de revenda de medicamentos importados. "Nosso projeto é muito importante, atendemos muitos pacientes e, por isso, trabalhamos para que o serviço não seja mal utilizado, para que não tenha interrupção", diz.

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