eduardo/pwikimedia/commons
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Renner deve inaugurar cerca de 70 lojas em 2017

No terceiro trimestre de 2016, os investimentos em novas lojas totalizaram R$ 134,9 milhões, ante R$ 106,8 milhões do mesmo período de 2016

Dayanne Sousa, Broadcast

24 Outubro 2017 | 20h12

O diretor Financeiro da Lojas Renner, Laurence Gomes, afirmou que a companhia pode encerrar este ano com um número de novas lojas inauguradas próximo de 70. Em entrevista ao Broadcast, o executivo disse que a companhia tem aproveitado oportunidades para cumprir seu plano de expansão.

No terceiro trimestre de 2016, a empresa inaugurou 17 lojas, sendo 8 da Renner. No período, também foram inauguradas ainda 3 lojas da Camicado e 6 da Youcom. Os investimentos totalizaram R$ 134,9 milhões, ante R$ 106,8 milhões do mesmo período de 2016.

Gomes comentou ainda a inauguração da primeira loja da Renner fora do Brasil, aberta em 7 de setembro, em Montevidéu, no Uruguai. A unidade, segundo ele, tem apresentado desempenho superior ao esperado pela companhia.

A Renner terá mais duas lojas no país vizinho em novembro, totalizando três este ano. Uma quarta unidade é prevista para janeiro. "Estamos muito satisfeitos e bem animados (com o negócio no Uruguai)", afirmou Gomes.

Volume de vendas.  A Lojas Renner reportou crescimento de 13,4% no indicador de vendas mesmas lojas no terceiro trimestre de 2017 ante igual período do ano passado. O índice mede as vendas em unidades abertas há mais de um ano. No mesmo trimestre de 2016, a Renner havia registrado queda de 3,9% nesse indicador.

Em sua divulgação de resultados do trimestre, a Renner destacou que o período foi marcado por bom ritmo de vendas, "favorecido pela correta execução das operações e pelo melhor fluxo de clientes nas lojas".

Laurence Gomes afirmou que a empresa conseguiu fazer uma transição positiva da coleção de inverno para o verão e que tem acreditado numa melhora gradual das vendas. Essa expectativa tem levado a uma composição dos estoques de forma mais otimista, disse.

Sobre o fluxo de clientes nas lojas, Gomes acrescentou que o consumo no Brasil tem melhorado gradualmente e que, embora a recuperação não seja "exuberante", os fundamentos permitem prever uma continuidade desse ciclo positivo também no quarto trimestre deste ano. O executivo mencionou a queda na inflação e nas taxas de juros como elementos que propiciam um ambiente melhor para o varejo.

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