Vencimentos do IPTU no litoral de São Paulo

Quem possui imóvel no litoral deve ficar atento aos prazos e condições de pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Alguns municípios já têm vencimentos nesta semana para quitação à vista ou da primeira parcela. É recomendável avaliar se os descontos oferecidos pelas prefeituras na quitação à vista valem mais a pena que o sistema de parcelamento em até 36 vezes, com abatimento proporcional ao número de parcelas a serem pagas. Em Iguape, o desconto é de 50% para quem pagar à vista. Porém, nas demais cidades consultadas pela Agência Estado, o abatimento vai de 2% a 10%. Em vez de desconto, a prefeitura de São Vicente optou por sortear prêmios entre os contribuintes que pagarem o IPTU até quarta-feira. Serão distribuídos 50 prêmios, além de um carro zero-quilômetro. A maior parte das prefeituras definiu o vencimento da parcela única para janeiro. O único município que vai iniciar o recolhimento do IPTU em fevereiro é o de Cananéia. É preciso ficar atento às datas de vencimento do imposto, porque elas podem variar no âmbito de um mesmo município. É o caso de Guarujá e São Vicente, onde os prazos mudam de acordo com o bairro. Em Ubatuba, o proprietário do bem que pagou antecipadamente em cota única o imposto nos anos anteriores e for quitá-lo novamente à vista este ano terá, além do abatimento de 10%, mais um ponto porcentual para cada ano que antecipou. Ou seja, quem pagou a cota única nos cinco anos anteriores obterá desconto de 15% se quitá-la em janeiro deste ano. O limite do abatimento é de 20%. Com exceção de Iguape, que possibilita o parcelamento do imposto de 2 a 36 vezes com desconto de 5% a 35%, conforme o número de parcelas, os demais municípios permitem que o IPTU seja pago em até 12 vezes, sem nenhum desconto. Em São Sebastião, os contribuintes levarão um susto ao receber os boletos. É que o reajuste no valor do imposto será de 40% para áreas sem imóveis construídos e de 30% a 32% para terrenos com construção. Esse aumento, segundo a prefeitura local, é uma atualização de valores que estão sem nenhuma correção há quatro anos. Já em Santos, o proprietário está obrigado a arcar também com uma taxa de sinistro de R$ 17,00 para a estruturação do Corpo de Bombeiros e da defesa civil.

Agencia Estado,

31 Dezembro 2001 | 09h33

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