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DIs abrem em alta, mas recuam após BCE cortar juros

Os juros futuros começaram a sessão desta quinta-feira, 04, em alta, mas perderam força e alguns vencimentos passaram a cair em reação a vários fatores: a surpresa com o corte de juros pelo Banco Central Europeu (BCE), o dado de emprego privado dos EUA abaixo do esperado e as últimas pesquisas eleitorais, Ibope e Datafolha, que serviram para conter o entusiasmo do investidor.

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LUCIANA ANTONELLO XAVIER,
Estadão Conteúdo

04 Setembro 2014 | 09h49

Os investidores acreditavam que Marina Silva (candidata pelo PSB) apareceria liderando com folga já no primeiro turno. Marina, porém, parou de crescer no levantamento Datafolha, e sua adversária Dilma Rousseff (PSB) cresceu no Ibope. Nas duas pesquisas, ambas aparecem empatadas tecnicamente no primeiro turno e Marina vitoriosa num eventual segundo turno.

Minutos atrás, no entanto, os juros dos Treasuries viraram e passaram a cair, após a pesquisa ADP mostrar criação de 204 mil vagas no setor privado em agosto, abaixo da previsão de aumento de 215 mil. Na esteira dos juros dos Treasuries, os juros futuros no Brasil perdiam força. Às 9h27, o DI para janeiro de 2017, o mais negociado, tinha taxa de 11,18%, de 11,14% no ajuste de ontem.

O BCE cortou a taxa básica, a de refinanciamento, para a nova mínima histórica de 0,05%, de 0,15% anteriormente. Além disso, a instituição diminuiu a taxa de juros de empréstimo marginal, para 0,30%, de 0,40%, e a taxa para depósitos bancários, para -0,20%, de -0,10%. Antes, o Banco da Inglaterra (BoE) manteve a taxa básica de juros na mínima histórica de 0,5% e o programa de compra de ativos em 375 bilhões de libras, conforme esperado por analistas.(

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