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Dólar à vista começa em leve queda, a R$ 2,28

ANA LUÍSA WESTPHALEN - Estadão Conteúdo

25 Agosto 2014 | 09h 52

O mercado de câmbio doméstico começou a semana com o dólar em ligeira queda ante o real, mas o viés positivo da moeda norte-americana visto no mercado internacional faz um contrapeso. No exterior, predominam as discussões sobre os rumos das políticas monetárias do Federal Reserve e do Banco Central Europeu (BCE), após o congresso anual de Jackson Hole. Por aqui, os agentes de câmbio doméstico fazem os primeiros ajustes, tendo também o cenário político como pano de fundo. O primeiro debate entre os candidatos à Presidência acontece nesta terça-feira, 26, quando também deve ser conhecida uma nova pesquisa eleitoral, do Ibope, a primeira feita pelo instituto considerando Marina Silva no lugar de Eduardo Campos.

No mercado de balcão, às 9h35, o dólar à vista era negociado a R$ 2,2800 (estável), enquanto na BM&FBovespa a moeda para setembro era cotada a R$ 2,2840, em leve alta de 0,04%. No exterior, o dólar volta a ganhar sustentação em relação ao euro e as principais divisas correlacionadas a commodities ainda ecoando as declarações dos presidentes dos bancos centrais dos Estados Unidos, Janet Yellen, e da zona do euro, Mario Draghi, no simpósio econômico em Jackson Hole.

Depois de a ata do Fed sinalizar que pode antecipar o aperto monetário, a comandante do Banco Central dos EUA ratificou o documento, confirmando que, como as condições do mercado de trabalho melhoraram mais rapidamente do que previa o próprio BC, o aperto monetário pode não tardar. Contudo, Yellen fez algumas ressalvas. Já Mario Draghi, afirmou que a instituição está pronta para afrouxar a política monetária, se necessário. Para ele, há espaço para flexibilização do orçamento com medidas fiscais.

Mais cedo, a Focus mostrou que profissionais do mercado financeiro consultados pelo BC elevaram a mediana das estimativas para o IPCA, de 6,25% para 6,27% em 2014, e de 6,25% para 6,28% em 2015. Já a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) foi novamente reduzida, de 0,79% para um crescimento de 0,70%, mas seguiu em 1,20% em 2015. No caso da Selic, a projeção para a taxa básica de juros em 2015 voltou a ser ajustada para cima, passando de 11,75% para 12%. Para este ano, a previsão para os juros foi mantida nos atuais 11,00%.

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